/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/d/p/VOB6BfRf6YCayvSr28Yg/252bbae0-7954-4429-944f-c3f9fdda497c.jpeg)
Em São Luís, somente neste ano, já foram registrados 5.540 casos de bronquiolite segundo a Secretaria Municipal de Saúde (Semus). A vacina oferece proteção imediata aos recém-nascidos, reduzindo hospitalizações.
A imunização é ofertada gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) sendo destinada a gestantes a partir da 28ª semana e tem como objetivo reduzir casos de bronquiolite em recém-nascidos. Para as mães, não há restrição de idade para receber a vacina.
A oferta da vacina no SUS foi viabilizada por meio de acordo entre o Instituto Butantan e o laboratório produtor, que assegurou a transferência de tecnologia ao Brasil. Com isso, o país passará a fabricar o imunizante, ampliando autonomia e acesso da população a essa proteção.
De acordo com o Ministério da Saúde, o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) é responsável por cerca de 75% dos casos de bronquiolite e 40% dos casos de pneumonia em crianças menores de dois anos. A vacina oferece proteção imediata aos recém-nascidos, reduzindo hospitalizações.
Como a maioria dos casos é decorrente de infecção viral, não existe um tratamento específico para a bronquiolite, sendo feito o tratamento dos sinais e sintomas que incluem terapia de suporte; suplementação de oxigênio; hidratação; e uso de broncodilatadores, (substâncias que promovem a dilatação das pequenas vias aéreas nos pulmões), especialmente quando há chiados evidentes.
Um levantamento do Ministério da Saúde apontou uma eficácia de 81,8% na prevenção de doenças respiratórias graves causadas pelo VSR nos bebês durante os primeiros 90 dias (três meses) após o nascimento, com a vacinação materna.





