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Pastor Jeronimo Onofre - @Reprodução
Pastor Jeronimo Onofre – @Reprodução

O pastor Jerônimo Onofre da Silveira, ligado à Igreja do Evangelho Quadrangular em Contagem (MG), responde há anos a uma ação civil pública por improbidade administrativa (processo nº 3563490-61.2007.8.13.0079), que apura suposto desvio de recursos públicos destinados a projetos sociais e de recuperação de dependentes químicos.

As investigações apontaram que dinheiro repassado pela Prefeitura de Contagem teria sido usado para manter a estrutura ligada ao pastor e para financiar patrimônio privado.

A Justiça mineira atribuiu ao pastor a responsabilidade financeira direta de cerca de R$ 1,4 milhão. O valor aparece em decisões que tratam do ressarcimento ao erário e de multa civil. Esse montante é descrito pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) como de “responsabilidade exclusiva” dele, em referência aos danos causados ao município.

O caso chegou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) em Brasília. Em 26 de maio de 2025, o ministro Sérgio Kukina, relator do agravo em recurso especial nº 1.529.341/MG, rejeitou o pedido de Jerônimo Onofre, da Escola de Ministério Jeová-Jiré e do ex-prefeito de Contagem, Ademir Lucas Gomes.

O relator entendeu que a defesa não rebateu de forma específica os fundamentos que o TJMG usou para bloquear a subida do recurso especial. Na prática, o STJ manteve a condenação cível e a cobrança do valor milionário.

Após essa decisão, publicada em 28 de maio de 2025, o processo não teve novos avanços públicos relevantes. Ou seja, a última movimentação relevante conhecida é de maio deste ano e, desde então, o caso permanece parado em relação ao julgamento de mérito no STJ. Ainda podem existir medidas recursais internas e recursos constitucionais, mas, até agora, a condenação civil e a cobrança contra o pastor continuam válidas.

O que diz o Ministério Público sobre o caso

A ação civil pública que envolve o pastor Jerônimo Onofre da Silveira foi proposta pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) na comarca de Contagem. Segundo o MP, a estrutura montada na época unia três frentes: a Prefeitura de Contagem, a Escola de Ministério Jeová-Jiré e a atuação religiosa do chamado “Templo dos Anjos”, identificado como braço da Igreja do Evangelho Quadrangular na cidade.

A versão do Ministério Público é que convênios firmados com a Prefeitura de Contagem foram apresentados como projetos de assistência social e recuperação de dependentes químicos. O discurso oficial era de acolhimento e tratamento espiritual de pessoas em situação de dependência, com promessa de “cura rápida”. Ainda de acordo com o MP, recursos públicos destinados a esse tipo de atendimento social teriam sido canalizados para sustentar atividades controladas pelo grupo religioso e para custear bens de alto valor.

Nas petições do caso, o Ministério Público afirma que houve montagem de uma “engenharia” para dar aparência de legalidade às despesas. Segundo o órgão, essa engenharia teria incluído empresas de fachada, notas fiscais sem lastro e uso da imagem religiosa para justificar a circulação de dinheiro público. O MP diz que Jerônimo Onofre tirou proveito direto dessa estrutura e o aponta como beneficiário central.

Com base nesse conjunto de indícios, o MP pediu responsabilização por improbidade administrativa, o bloqueio de bens e o ressarcimento ao erário. Em decisões judiciais posteriores, a Justiça determinou a indisponibilidade de patrimônio ligado ao pastor e à Escola de Ministério Jeová-Jiré, justamente para garantir que os valores considerados desviados pudessem ser recuperados.

O Ministério Público também defendeu, em manifestações anexadas ao caso, que Jerônimo fosse afastado de posições de comando em estruturas religiosas e de mídia ligadas ao grupo. O argumento era que a permanência dele nesses cargos colocaria em risco a apuração e permitiria a continuidade das práticas contestadas.

O que decidiu a Justiça até agora

A ação civil pública gerou condenação patrimonial e chegou à fase de cobrança de valores. Em decisões citadas pelo próprio TJMG e depois reafirmadas em despacho do STJ, a Justiça aponta que Jerônimo Onofre deve responder por aproximadamente R$ 1,4 milhão.

Esse valor é apresentado como multa administrativa e ressarcimento ligado ao suposto desvio de recursos públicos da Prefeitura de Contagem. A referência expressa ao nome dele indica que a cobrança não é apenas institucional, contra a associação religiosa, mas pessoal.

A defesa tentou reverter o quadro no STJ por meio de um agravo em recurso especial. Esse tipo de recurso é usado quando um tribunal estadual (no caso, o TJMG) nega a subida de um recurso especial para Brasília. A estratégia da defesa era obrigar o STJ a reexaminar o caso, alegando falhas no julgamento do TJMG.

O ministro Sérgio Kukina, porém, entendeu que o agravo não podia sequer ser analisado no mérito. Na decisão de 26 de maio de 2025, ele afirmou que os advogados não atacaram de forma direta todos os fundamentos usados pelo TJMG para barrar o recurso especial. O relator citou a Súmula 182 do próprio STJ, que impede a análise de agravos que não enfrentam todos os argumentos da decisão contestada.

Com isso, o STJ não revisou o conteúdo da condenação. A decisão do tribunal mineiro continua valendo e a cobrança permanece ativa. O processo, no entanto, não aparece formalmente como transitado em julgado. Isso significa que, em tese, a defesa ainda pode tentar medidas internas dentro do STJ, como agravo interno, ou recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) em pontos constitucionais específicos. Essas vias são mais restritas e raramente mudam o resultado patrimonial, mas ainda existem.

Na prática, o cenário atual é este:

  • A Justiça mineira já atribuiu ao pastor Jerônimo Onofre a responsabilidade por um valor de cerca de R$ 1,4 milhão ligado a atos de improbidade administrativa e desvio de recursos públicos.
  • O STJ rejeitou a tentativa de derrubar essa cobrança.
  • A última decisão relevante é de 26 de maio de 2025.
  • Desde então, o caso está parado em relação ao exame de mérito no STJ, e a cobrança em Minas Gerais segue mantida.

O pastor Jerônimo Onofre da Silveira é tratado nessa ação como figura central do esquema, descrito pelo Ministério Público como o principal beneficiário financeiro do uso irregular de verbas públicas, sob o argumento de realizar trabalho social e religioso na cidade de Contagem.

 

O empresário Eduardo DP e a pré-candidata a deputada federal Larissa DP receberam, nesta terça-feira (28), uma visita política de grande relevância em Codó. O ex-prefeito Biné Figueiredo e o vereador Rodrigo Figueiredo estiveram reunidos com o casal, num encontro que marca um importante avanço nas articulações políticas da pré-candidata para as eleições de 2026.

A adesão da tradicional família Figueiredo, uma das mais influentes e respeitadas do cenário político codoense, é vista como um reforço de peso ao projeto de Larissa DP, que vem percorrendo diversas regiões do Maranhão em busca de diálogo, alianças e fortalecimento de sua base.

Com o apoio de Biné, Camilo e Rodrigo, Larissa DP consolida-se como um dos nomes mais promissores do estado e amplia significativamente sua força política em Codó. O gesto simboliza confiança, reconhecimento e alinhamento com as propostas que ela vem apresentando ao povo maranhense.

A partir de agora, com o respaldo do ex-prefeito e de seu grupo político, Larissa DP passa a ser considerada o nome mais forte entre os pré-candidatos de Codó que almejam uma vaga na Câmara Federal, demonstrando habilidade para unir lideranças e conquistar espaço no cenário político do Maranhão.

O ex-candidato a vereador Rogério da Casa Raquel, que participou pela primeira vez de um pleito eleitoral e obteve 764 votos na última eleição, oficializou nesta terça-feira, 28 de outubro, sua adesão ao projeto político do pré-candidato a deputado estadual Rui Jorge Filho, filho da prefeita de Lago da Pedra, Maura Jorge.

O encontro aconteceu na capital São Luís, onde Rogério destacou a importância de fortalecer novos nomes comprometidos com o desenvolvimento do Maranhão. A adesão reforça o grupo político de Rui Jorge Filho, que vem ampliando suas bases em diversas regiões do estado em preparação para as eleições de 2026.

Durante a recuperação após cirurgia, o parlamentar realizou uma live para orar pelo ex-presidente

Magno Malta (Reprodução)

O senador Magno Malta (PL-ES) segue internado em um hospital de São Paulo, onde se recupera de uma cirurgia no joelho realizada na última quarta-feira (22). O procedimento foi necessário por causa de sequelas de um tumor na medula, diagnosticado no início dos anos 2000, que provocou dores crônicas e limitações físicas ao longo das últimas décadas.

Em uma série de vídeos publicados nas redes sociais, o parlamentar atualizou seu estado de saúde e agradeceu o apoio que vem recebendo. “Graças a Deus estou sendo muito bem cuidado”, disse Malta, elogiando o trabalho da equipe médica e da enfermeira responsável pelo seu acompanhamento direto. Ele contou que segue em tratamento com antibióticos e fisioterapia leve, com o objetivo de acelerar a recuperação.

O senador também compartilhou imagens realizando exercícios de movimentação das pernas e dos braços no leito hospitalar, demonstrando otimismo. Em tom de fé, escreveu mensagens como “Pela fé, eu creio que o Senhor Deus me levantará mais uma vez” e “Vou vencer mais essa barreira”. As publicações foram acompanhadas por comentários de apoio de seguidores, pastores e amigos da bancada evangélica no Congresso Nacional.

Mesmo hospitalizado, Magno Malta manteve sua rotina de orações públicas. No dia da cirurgia, ele fez uma transmissão ao vivo nas redes sociais pedindo intercessão “pela vida e pela liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro”. Segundo o parlamentar, trata-se de um compromisso espiritual que assumiu com Deus. “Ainda estou internado, nas primeiras 24 horas após a cirurgia, mas daqui oro pelo presidente e pelo Brasil”, afirmou.

Magno Malta, conhecido por seu posicionamento conservador e seu histórico de defesa de pautas cristãs no Senado, agradeceu novamente pelas orações e mensagens de apoio recebidas de todo o país. Ele finalizou suas declarações reafirmando sua fé e confiança em Deus: “O mesmo Deus que me sustentou antes, me levantará de novo”.

O político permanece sob observação médica e deve continuar em repouso pelos próximos dias. A previsão é de alta assim que apresentar melhora completa dos movimentos.

O pequeno missionário desmentiu rumores e reforçou que não possui nenhum bem de alto valor.

Miguel Oliveira (Reprodução)

O profeta mirim Miguel Oliveira, de 15 anos, se pronunciou após a repercussão de um vídeo que viralizou nas redes sociais, no qual aparece dizendo durante um culto que teria comprado uma mansão avaliada em R$ 34 milhões. O jovem negou a informação e afirmou que tudo não passou de uma brincadeira feita em tom de ironia.

“Foi durante um culto. A gente estava brincando porque, há alguns meses, circulou um vídeo feito por IA dizendo que eu tinha uma casa de R$ 8 milhões. Então, fiz uma sátira, depois que o pastor brincou comigo. Ele perguntou: ‘E aquela casa de R$ 3 milhões?’ e eu respondi: ‘Não é R$ 3 milhões, são R$ 34 milhões’. Todo mundo entendeu que era uma piada”, explicou Miguel.

O missionário fez questão de ressaltar que é impossível uma compra dessa magnitude ser realizada por um adolescente de 15 anos e que a situação acabou sendo distorcida por páginas na internet. “Obviamente, é uma fake news. Mas algumas páginas começaram a divulgar como se fosse verdade. Essas já estão sendo notificadas pela minha equipe jurídica”, acrescentou.

Miguel Oliveira ganhou notoriedade nacional ainda na infância, ao afirmar que possuía dons espirituais, como cura divina, profecia e glossolalia (falar em línguas espirituais). Natural de Carapicuíba–SP, ele é ligado à Assembleia de Deus Avivamento Profético, onde realiza pregações e ministrações que atraem grande público.

Segundo o próprio Miguel, sua jornada na fé começou aos 3 anos de idade, após relatar ter sido supostamente “curado” da surdez e da mudez — experiência que, segundo ele, marcou o início de seu ministério.

Mesmo com as polêmicas, o adolescente segue ativo nas redes sociais e em eventos religiosos, onde é tratado por seguidores como um “profeta mirim”, mas também enfrenta críticas de quem questiona a exposição precoce e o tom midiático de suas aparições públicas.

Religioso associa o “dragão vermelho” do Apocalipse ao comunismo e alerta para o avanço do sistema

Pastor Lincoln Romano (Imagem Eu acredito Podcast)

Nas últimas semanas, as teorias sobre o fim dos tempos voltaram a dominar as redes sociais, especialmente entre grupos cristãos que veem no presidente americano Donald Trump, uma figura central das profecias bíblicas. Muitos acreditam que o líder dos EUA estaria ligado à figura do anticristo ou ao início dos eventos descritos no livro do Apocalipse.

As especulações cresceram após Trump atuar como mediador em acordos de paz entre Israel e o Hamas, o que alguns estudiosos associaram à “falsa paz” mencionada nas Escrituras. Entretanto, há quem discorde dessa interpretação.

Durante o programa Eu Acredito Podcast, o pastor Lincoln Romano rebateu essa visão e defendeu que o anticristo “não virá da direita, mas da esquerda”. Para ele, o símbolo do “dragão vermelho” citado em Apocalipse representa o comunismo, sistema que, segundo o religioso, busca se impor contra os valores cristãos e a liberdade espiritual. Romano ainda associou o movimento globalista e partidos de esquerda, como o PT, ao avanço desse espírito maligno.

“O comunismo é absoluto, centralizador e se volta contra Deus. O anticristo virá com aparência de justiça, mas trará dominação e opressão”, afirmou o pastor, enfatizando que Trump, ao contrário, seria um defensor de Israel e da liberdade religiosa.

A discussão reacende antigas declarações do escritor e conferencista Daniel Mastral, falecido em 2024, que também via a política internacional sob uma ótica profética. Em entrevista ao Fuxico Gospel, Mastral sugeriu que o retorno de Trump ao poder poderia estar inserido num cenário global de reestruturação política e econômica — o chamado “grande reset”, que ele via como prenúncio de um novo sistema mundial.

Mesmo após sua morte, o seu perfil nas redes sociais segue alimentando essas teorias de conspiração e atraindo muitos internautas.

Para muitos cristãos, o debate revela o quanto o tema do Apocalipse continua provocando divergências, misturando fé, política e profecia em um dos momentos mais tensos da geopolítica moderna.

Jarlles Barros foi morto a facadas pelo ex-companheiro da namorada dele. — Foto: Divulgação/Redes sociais

Jarlles Barros foi morto a facadas pelo ex-companheiro da namorada dele. — Foto: Divulgação/Redes sociais

Segundo as investigações, Jarlles Barros foi morto a facadas pelo ex-companheiro da namorada dele. O homem teria invadido a residência durante a madrugada dessa quinta-feira (23) e esfaqueado a vítima até a morte.

O suspeito do crime é Taison Chagas Viana, que fugiu após o crime e ainda não foi capturado.

Após o homicídio, a namorada da vítima chegou a ser conduzida para a delegacia, mas foi liberada após prestar depoimento.

O gerente de banco Arnaldo Correia da Silva Júnior, de 29 anos, foi encontrado morto na tarde desta quinta-feira (23) em um quarto de hotel na cidade de Juína, a 737 km de Cuiabá.

De acordo com informações da Polícia Militar, Arnaldo foi encontrado seminua, caído próximo à porta do quarto onde estava hospedado. Equipes do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas, mas apenas constataram o óbito no local.

A PM informou que não havia sinais de arrombamento no quarto nem marcas de violência aparentes no corpo da vítima. No entanto, os socorristas observaram manchas roxas no tórax, na boca e nos braços do gerente, o que levantou a suspeita de que ele possa ter passado mal devido a algum problema de saúde.

O corpo foi encaminhado para exame pericial, que deverá apontar a causa da morte. A Polícia Civil de Juína investiga o caso.

Na manhã desta quinta-feira (23), por volta das 6h, um caminhão dos Correios foi alvo de um assalto na estrada que liga o município de Peritoró ao Km 17. De acordo com informações da Polícia Militar, três indivíduos armados abordaram o veículo e renderam o motorista.

De acordo com informações do repórter Gildo Brito, os criminosos obrigaram a vítima a seguir com o caminhão até uma estrada vicinal que dá acesso ao povoado Tucunaré, na zona rural de Codó. No local, os assaltantes forçaram o motorista a abrir o compartimento de carga e roubaram parte das mercadorias transportadas. Em seguida, amarraram o motorista e fugiram, tomando rumo ignorado.

Moradores da região encontraram o motorista e acionaram a Polícia Militar, que se deslocou imediatamente ao local e confirmou a veracidade dos fatos. Foram realizadas diligências nas proximidades, mas até o momento os suspeitos não foram localizados. A ocorrência foi encaminhada à autoridade policial competente para as devidas providências.

Trabalhadores diaristas que atuam nas equipes de tapa-buracos da Prefeitura de Codó denunciam que estão sem trabalhar desde o dia 10 de outubro devido ao atraso no pagamento dos serviços prestados. Segundo relatos, a situação teria levado à paralisação total das atividades no município.

De acordo com a denúncia, o problema envolve o prefeito de Codó, Chiquinho do PT, e o secretário responsável pela contratação dos profissionais. Os diaristas afirmam que procuraram o secretário para cobrar o pagamento, mas não obtiveram resposta imediata. Após insistirem, os trabalhadores relatam que foram afastados como forma de punição e receberam apenas parte do valor que lhes era devido.

Ainda segundo os denunciantes, até o momento não há previsão para o pagamento do restante dos valores nem para o retorno das atividades. Muitos afirmam estar passando por dificuldades financeiras e sem saber a quem recorrer para resolver o impasse.

A redação do blog deixa espaço aberto para que a Prefeitura de Codó possa se manifestar sobre as denúncias.

Quem é Francisco Pereira Lemos? É o repórter Lemos. Professor pedagogo e radialista desde 1999, É jornalista repórter policial de TV.

Entusiasta e lutador pelas causas sociais. Foi presidente da AMCC- Associação de Moradores do Conjunto COHAB por dois mandatos.

Foi diretor do clube e desbravadores Fernando sthall. É presidente do Projeto Codó Solidário desde dezembro de 2019.

Realizou várias campanhas em prol do semelhante uma delas foi o Projeto Defendendo a Vida no Trânsito, Projeto Integrar para Avivar a Fe entre outros.

E na eleição de 2024 foi pré-candidato a prefeito de Codó despertando grande interesse da população. Tem um bordão que é muito engraçado e está na boca do povo “Você me conhece?”

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