Rádio Lemos FM

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O policial militar Patrick Rhayan Machado Assunção, de 35 anos, permanece internado, consciente e com quadro clínico estável, após ficar ferido em uma troca de tiros com outro PM durante a festa de Réveillon na Avenida Litorânea, em São Luís. As informações foram confirmadas pela Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão (SSP).

Segundo as investigações preliminares, o caso ocorreu por volta das 3h30 da madrugada desta quinta-feira (1º), quando Patrick, lotado na Coordenação de Policiamento da Capital (CPM), se envolveu em um confronto armado com o policial militar Maykon da Silva, de 37 anos, que morreu ainda no local. Maykon era lotado no 21º Batalhão da Polícia Militar (21º BPM).

De acordo com a SSP, os dois policiais estavam de folga e teriam se desentendido na saída de um show realizado na Litorânea, no bairro Calhau. O motivo da confusão que culminou na troca de tiros ainda não foi divulgado pelas autoridades.

Ainda conforme a Secretaria, outros dois homens, de 36 e 39 anos, que estavam no local, também foram atingidos pelos disparos, mas sem gravidade. As vítimas, naturais do Pará, foram socorridas e encaminhadas em estado estável para atendimento médico, sendo posteriormente transferidas para o Hospital Dr. Clementino Moura (Socorrão I).

Após o crime, as duas armas de fogo utilizadas no confronto — ambas pistolas — foram apreendidas e encaminhadas para perícia. Uma das armas é de uso particular e a outra pertence à corporação militar.

A SSP informou que a Polícia Civil instaurou inquérito para apurar os crimes de homicídio e tentativa de homicídio. Paralelamente, no âmbito administrativo, a Polícia Militar do Maranhão também abriu procedimento interno para uma apuração rigorosa dos fatos, com o objetivo de esclarecer todas as circunstâncias e a motivação do ocorrido.

Por meio de nota oficial, a Polícia Militar lamentou a morte do soldado Maykon da Silva, destacando que ele ingressou na corporação em 2016 e prestou relevantes serviços, sempre demonstrando profissionalismo e compromisso com a segurança pública.

Confira a nota:

Um homem identificado como João Vitor, de 27 anos, morreu afogado na manhã desta quinta-feira (1º) após tomar banho no Riacho São José, localizado no bairro Santo Antônio, em Codó (MA).

De acordo com informações de testemunhas, João Vitor estava no local acompanhado de dois amigos, um homem e uma mulher. O grupo tomava banho no riacho quando a vítima teria avisado que daria o “último mergulho”. Momentos depois, os amigos perceberam a ausência dele e passaram a procurá-lo.

Uma amiga revelou que João Vitor foi encontrado submerso no riacho. Ele chegou a ser retirado da água, mas já estava sem vida. Informações preliminares indicam que a vítima havia consumido bebidas alcoólicas antes do banho e estaria embriagada.

O caso deve ser apurado pelas autoridades para esclarecer as circunstâncias do afogamento.

Um acidente de trânsito foi registrado na MA-026, no sentido do km 17, nas proximidades do Posto Cobel, e deixou um homem ferido. A ocorrência envolveu um motociclista que seguia em direção a cidade de Codó.

De acordo com informações repassadas por testemunhas, o condutor trafegava normalmente quando, ao se aproximar de uma curva, um cachorro atravessou repentinamente a pista. O motociclista ainda tentou desviar do animal, mas não conseguiu evitar a colisão.

Com o impacto, a motocicleta bateu no cachorro e o condutor caiu na rodovia. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado, esteve no local e prestou os primeiros socorros à vítima, que apresentava algumas escoriações pelo corpo. Em seguida, o homem foi encaminhado ao Hospital Geral Municipal (HGM). Até o momento, ele não foi identificado oficialmente.

O cachorro não resistiu à forte pancada e morreu ainda no local do acidente. As circunstâncias do caso chamam atenção para os riscos causados por animais soltos nas rodovias da região.

A capital maranhense, assim como outras capitais — especialmente as cidades da orla — realizou mais uma grande queima de fogos, marcada pela presença de muitos espectadores. Pessoas da capital, do interior do estado e também de outros estados estiveram presentes para prestigiar o evento. Muitas famílias se reuniram, levando suas cadeiras, comidas e celebrando juntas a chegada do ano novo de 2026, em São Luís do Maranhão.

Nós, da Rádio Lemos FM e do Blog do Lemos, também estivemos presentes para registrar esse momento ímpar na passagem do ano.

Cristãos e pessoas de outras religiões participaram desse grande encontro, movidos pela expectativa que o brasileiro carrega com a chegada de um novo ano — mais um ciclo do calendário gregoriano que se inicia. O povo maranhense, assim como todo o Brasil, espera que este novo ano seja venturoso, marcado por paz, prosperidade, amor e pela concretização de sonhos tão aguardados.

Assim foi o réveillon em São Luís do Maranhão.

Desejamos a todos os maranhenses, brasileiros e, em especial, aos codoenses, um ano de muita paz, progresso e solidariedade, que 2026 seja um ano de grandes realizações em Codó.

Mensagem da Rádio Lemos FM e do Blog do Lemos – Codó.

Valdecy Propaganda, conhecido carinhosamente como Valdecy Povão, construiu uma longa e respeitada história de serviços prestados ao município de Codó, marcada pela credibilidade, responsabilidade e compromisso com a comunicação popular.

Como locutor político, foi apresentador oficial da campanha de Zé Inácio, em 1988. Atuou também como locutor de campanha do então candidato à Presidência da República Fernando Collor de Mello, em Codó, no ano de 1989. Em 1990, foi locutor na campanha do candidato ao Governo do Maranhão João Castelo. No ano de 1992, trabalhou como locutor de palanque na campanha de Reinaldo Zaidan.

Em 1994, foi locutor da campanha do deputado Alexandre Salem. Já em 1996, voltou a atuar como locutor de palanque na campanha de Reinaldo Zaidan e Chiquinho. No ano de 1998, foi locutor de palanque na campanha do candidato Domingos Reis. Em 2000, participou como locutor da campanha de Biné Figueiredo. Dois anos depois, em 2002, foi locutor da campanha do deputado Camilo Figueiredo.

Em 2004, atuou como locutor da campanha do então candidato Zito Rolim. Em 2006, trabalhou na campanha da candidata Cristina Archer. No ano de 2010, foi locutor na campanha de Ricardo Archer, retornando novamente em 2012 na campanha de Zito Rolim e, por fim, em 2014, encerrando esse ciclo como locutor da campanha de Ricardo Archer.

No rádio, Valdecy Povão possui uma trajetória sólida e reconhecida. Trabalhou por 7 anos como apresentador do programa “Cidade em Alerta”, na Rádio Eldorado AM de Codó. Atuou também por 5 anos na Rádio Mirante AM de Codó, como apresentador do programa “Conexão Notícias”, formando dupla com Genivaldo Silva. Posteriormente, trabalhou por 4 anos na Rádio Cidade FM, novamente ao lado de Genivaldo Silva, no programa “Notícias em Debate”.

Além da comunicação política e radiofônica, Valdecy Povão também prestou relevantes serviços na área comercial de Codó, trabalhando por 10 anos no antigo Supermercado Popular, além de passar por empresas tradicionais como Casa Lima, Casa Sampaio, Armazém São João, Grupo FC Oliveira, Grupo Figueiredo e Grupo Gomes. Atualmente, está há 4 anos na Casa Carvalho, dando continuidade à sua trajetória profissional.

Com 43 anos de atuação na divulgação por meio de carros de som, Valdecy construiu uma história sólida, pautada pelo respeito e pelo lema que sempre carregou: Responsabilidade.

No dia 25 de dezembro, Valdecy Povão completa 67 anos de idade, celebrando uma vida dedicada à comunicação, ao trabalho e ao desenvolvimento de Codó.

A gestão do prefeito Chiquinho do PT volta a ser alvo de graves denúncias. Donos e motoristas de carros alugados para a Prefeitura de Codó afirmam estar há cerca de três meses sem receber pagamentos pelos serviços prestados a diversas secretarias municipais.

O atraso nos pagamentos por parte da prefeitura tem colocado famílias inteiras em uma situação de extremo desespero e vulnerabilidade social. Prestadores de serviço relatam que a falta de repasse, que já ultrapassa três meses em alguns casos, tem afetado diretamente a subsistência de dezenas de lares no município.

Em depoimento ao Marco Silva Notícias, um motorista que presta serviço em um dos veículos contratados pela prefeitura descreveu o drama vivido diariamente dentro de casa. Segundo ele, a renda proveniente do trabalho era a única fonte de sustento da família, e o atraso prolongado tornou a situação insustentável.

“Eu trabalho de motorista de um dos carros contratados pela prefeitura, o pagamento já tá com mais de 3 meses atrasados. Aqui em casa não tem nada. Água e luz já tá no aviso de corte. Estamos comendo porque tem gente da família ajudando e vizinhos de bom coração vendo nosso sofrimento. Tenho crianças em casa que precisam se alimentar direito e, quando a prefeitura resolve pagar, só paga um mês. Queria que o prefeito olhasse o sofrimento que estamos passando”, desabafou.

O relato evidencia não apenas o impacto financeiro, mas também o sofrimento emocional enfrentado por essas famílias, que convivem diariamente com a insegurança alimentar, contas acumuladas e o medo constante de terem serviços básicos interrompidos, como água e energia elétrica.

Os denunciantes, que preferem não se identificar por receio de represálias, afirmam que a situação é generalizada entre os prestadores de serviço contratados pelo município. Muitos relatam que dependem exclusivamente dessa renda para sobreviver e que já não sabem como manter suas famílias diante da falta de pagamento e da ausência de qualquer previsão oficial para a regularização dos débitos.

Há relatos de motoristas e proprietários de veículos que venderam bens, recorreram a empréstimos informais ou passaram a depender da solidariedade de parentes e vizinhos para garantir o mínimo dentro de casa. “É humilhante ter que pedir ajuda para comer”, afirmou outro prestador, também sob anonimato.

Enquanto motoristas e proprietários de veículos relatam fome, contas atrasadas e risco iminente de corte de água e energia, a prefeitura segue em silêncio. Procurado pela nossa reportagem, o prefeito Chiquinho do PT não respondeu até o fechamento desta matéria. A ausência de posicionamento oficial aumenta a revolta e a sensação de abandono entre os trabalhadores, que cobram transparência, respeito e uma solução urgente para a crise que enfrentam.

A Federação Internacional de Futebol (FIFA) emitiu um alerta formal à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) sobre possíveis sanções ao futebol brasileiro caso permaneçam intervenções estatais em federações estaduais.

O documento cita de forma direta a situação da Federação Maranhense de Futebol (FMF) e aponta que decisões judiciais que comprometam a autonomia das entidades esportivas podem resultar na suspensão do Brasil de competições organizadas pela entidade máxima do futebol mundial, incluindo a Copa do Mundo.

A advertência foi encaminhada na segunda-feira (22) e assinada por Elkhan Mammadov, diretor executivo de associações da FIFA.

No texto, a entidade destaca que, mesmo quando a interferência não decorre de iniciativa da CBF, o descumprimento das normas estatutárias internacionais pode gerar punições severas.

Segundo a documentação juntada aos autos da Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís, a FIFA fundamenta sua posição nos artigos 14 e 19 de seu estatuto, que determinam que associações nacionais e suas filiadas devem conduzir seus assuntos de forma independente, sem interferência de terceiros, inclusive do Poder Judiciário.

A entidade reforça que a permanência de administrações impostas judicialmente configura violação à autonomia desportiva, princípio reconhecido também pelo artigo 217 da Constituição Federal e pelo estatuto da própria CBF, que impõe às federações estaduais a obrigação de gerir seus assuntos sem ingerência externa.

Diante do risco de sanções internacionais, a CBF solicitou à Justiça maranhense a realização imediata de uma audiência de conciliação, conforme determinação cautelar do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF).

A intenção é estabelecer um cronograma que permita encerrar a intervenção judicial na FMF de forma segura e dentro dos parâmetros exigidos pela FIFA.

O pedido foi protocolado pela CBF em conjunto com o deputado estadual Yglésio Moyses (PRTB), ex-presidente do Moto Club, ao juiz Douglas de Melo Martins, responsável pelo caso na Vara de Interesses Difusos e Coletivos.

PREOCUPAÇÃO COM O CALENDÁRIO DE 2026

A CBF argumenta que a atual administração provisória da FMF, conduzida por Susan Lucena, embora possua reputação ilibada, não integra os quadros do sistema de administração do futebol e não possui experiência prévia na área esportiva. Segundo a entidade, isso compromete decisões estratégicas essenciais diante da proximidade da temporada 2026.

Entre os pontos considerados críticos estão:

  • captação de patrocínios esportivos;
  • negociação de direitos de transmissão e naming rights;
  • interlocução técnica com a CBF para repasses e projetos voltados aos clubes;
  • organização do Conselho Técnico;
  • elaboração e submissão do regulamento e da tabela do Campeonato Maranhense dentro do prazo regulamentar de 60 dias.

A confederação alerta que a ausência de um Regulamento Geral atualizado e a não publicação do Regulamento Específico da competição podem levar ao não reconhecimento oficial do Campeonato Maranhense de 2026, o que impediria os clubes do estado de disputar torneios como Copa do Nordeste, Copa do Brasil e Série D do Campeonato Brasileiro.

No comunicado, a FIFA também menciona que situações semelhantes envolvendo a Federação de Futebol do Piauí (FFP) reforçam o cenário de instabilidade institucional no futebol brasileiro. Caso a suspensão seja aplicada, clubes e seleções nacionais ficariam impedidos de participar de qualquer competição internacional, em todas as categorias.

A CBF sustenta que eventuais irregularidades nas federações devem ser corrigidas pelos mecanismos internos do sistema esportivo, evitando que intervenções judiciais se tornem prolongadas e prejudiquem o funcionamento do futebol nacional.

ORIGEM DA INTERVENÇÃO NA FMF

A intervenção na FMF teve início a partir de uma Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Público do Maranhão (MPMA), que apontou indícios de irregularidades como falta de transparência, gestão temerária e vícios em assembleias da entidade e do Instituto Maranhense de Futebol (IMF).

Em agosto, o juiz Douglas de Melo Martins determinou o afastamento de 17 dirigentes, incluindo o presidente Antônio Américo, além da nomeação de Susan Lucena como administradora externa, com a missão inicial de conduzir um novo processo eleitoral.

A decisão foi questionada por Antônio Américo no STF. Ao analisar o caso, o ministro Flávio Dino reconheceu a existência de indícios graves, como possível confusão patrimonial e uso do IMF para blindagem de ativos, o que justificaria uma intervenção estatal pontual.

No entanto, Dino destacou que a medida deve ser minimamente invasiva, preservando a autorregulação do sistema desportivo.

Ele manteve os afastamentos e a administradora provisória, mas determinou a realização de uma audiência de conciliação até março de 2026, com participação obrigatória do MPMA, da CBF, de Antônio Américo e da própria interventora.

Até a conclusão do processo, Susan Lucena está autorizada apenas a praticar atos de gestão ordinária, sendo vedadas mudanças estruturais, reformas estatutárias ou convocação de eleições.

Morreu na manhã desta terça-feira (23), no município de Codó, o empresário e DJ Laévio S. de Andrade, aos 49 anos. Conhecido em todo o Maranhão como DJ Laévio, ele era considerado um dos nomes mais respeitados e conceituados da música eletrônica no estado, tendo construído uma trajetória marcada por talento, dedicação e pioneirismo no cenário musical regional.

O óbito foi registrado na Unidade de Pronto Atendimento de Codó (UPA-24). De acordo com informações apuradas pelo portal Marco Silva Notícias, DJ Laévio deu entrada na unidade de saúde por volta das 9h45 da manhã. Apesar do rápido atendimento prestado pela equipe médica, cerca de vinte minutos depois, às 10h05, a morte foi confirmada.

Segundo os profissionais que atenderam a ocorrência, o artista chegou à UPA apresentando um quadro de infarto fulminante. Todos os procedimentos e esforços possíveis foram realizados na tentativa de reverter o estado grave de saúde, mas, infelizmente, não houve sucesso. A notícia causou forte comoção entre familiares, amigos, colegas de profissão e admiradores do seu trabalho.

Sucesso como DJ e empresário

DJ Laévio, que completaria 50 anos no dia 2 de janeiro de 2026, fez história na cena musical de Codó ao longo das décadas de 1990 e 2000. Nesse período, tornou-se presença constante nas principais festas, clubes e eventos da cidade, sendo reconhecido pelo repertório atualizado, pela qualidade técnica e pela capacidade de animar grandes públicos.

Seu profissionalismo e paixão pela música eletrônica o transformaram em uma referência não apenas em Codó, mas também em outras cidades do Maranhão. Ao longo dos anos, conquistou o respeito do público e de outros profissionais do setor, influenciando novas gerações de DJs e contribuindo para o fortalecimento da cultura musical local.

O sucesso nos palcos abriu caminho para o empreendedorismo. Além de artista, Laévio também se destacou como empresário do ramo de eventos, construindo um sólido e diversificado portfólio de equipamentos de som, iluminação e estrutura. Seu trabalho foi fundamental para o crescimento e a profissionalização do setor de entretenimento em Codó e região, gerando oportunidades e movimentando a economia local.

Com sua morte, Codó perde não apenas um de seus filhos ilustres, mas um profissional que marcou gerações, levou alegria a milhares de pessoas e construiu um legado de dedicação à música e ao empreendedorismo. DJ Laévio deixa uma história de trabalho, amizade e contribuição cultural que permanecerá viva na memória de familiares, amigos e admiradores.

A morte da adolescente Sthefany Letícia Silva Saraiva, de apenas 14 anos, causou forte comoção e tristeza no município de Pinheiro, na tarde desta segunda-feira (22). A jovem perdeu a vida após sofrer uma descarga elétrica em um quiosque localizado na Praça São Benedito, um dos espaços públicos mais frequentados e movimentados da cidade, especialmente nos fins de tarde.

 

De acordo com informações apuradas no local, Sthefany estava no quiosque quando, por circunstâncias ainda não esclarecidas, recebeu o choque elétrico e caiu logo em seguida. Pessoas que presenciaram o ocorrido ficaram em estado de choque e acionaram imediatamente o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Enquanto aguardavam a chegada da equipe médica, populares tentaram prestar os primeiros socorros, na esperança de salvar a adolescente.

Uma unidade do Samu foi rapidamente enviada à praça e realizou manobras de reanimação ainda no local do acidente. Apesar de todos os esforços da equipe de socorristas, Sthefany não resistiu, e o óbito foi constatado ainda na praça, o que aumentou a comoção entre familiares, amigos e moradores que acompanhavam a situação.

Após a confirmação da morte, o corpo da adolescente foi encaminhado para os procedimentos legais, conforme determina a legislação. As circunstâncias do acidente serão investigadas pelas autoridades competentes, que devem apurar as condições da instalação elétrica do quiosque, bem como verificar se havia falhas na manutenção, irregularidades na rede elétrica ou possíveis responsabilidades pelo ocorrido.

O caso teve grande repercussão em Pinheiro e gerou manifestações de pesar em toda a cidade. Estudante conhecida e bastante querida, Sthefany teve a morte lamentada por amigos, familiares, colegas de escola e professores. Mensagens de despedida e homenagens começaram a circular nas redes sociais, evidenciando o carinho e a saudade deixados pela adolescente.

A tragédia reacende o debate sobre a segurança em espaços públicos, especialmente em locais de grande circulação de pessoas, e reforça a importância da fiscalização e da manutenção adequada das instalações elétricas para evitar novos acidentes. A comunidade pinheirense segue abalada, prestando solidariedade à família de Sthefany neste momento de profunda dor.

Documentos oficiais da Câmara Municipal de Codó revelam um contraste gritante entre os interesses defendidos pelos vereadores e as necessidades mais urgentes da população trabalhadora do município. No dia 19 de novembro do ano passado, os parlamentares aprovaram, sem grandes debates ou resistências, um Projeto de Lei que garantiu a eles próprios o direito ao 13º salário e às férias remuneradas, benefícios historicamente associados ao regime celetista e que, até então, não faziam parte do pacote de direitos assegurados aos vereadores da Casa.

A aprovação do projeto ocorreu de forma célere e discreta, sem mobilização popular ou ampla divulgação dos impactos financeiros da medida para os cofres públicos. Ainda assim, o texto foi acolhido pela maioria absoluta dos parlamentares, evidenciando um raro consenso quando o assunto dizia respeito aos próprios vencimentos e garantias pessoais dos membros do Legislativo municipal.

No entanto, o cenário mudou drasticamente neste ano. Em sessão recente, a mesma Câmara Municipal rejeitou uma indicação que solicitava ao Poder Executivo o estudo da viabilidade do pagamento do 13º salário a garis, vigias e zeladoras, trabalhadores terceirizados que prestam serviços essenciais à população de Codó. Esses profissionais, apesar de desempenharem funções fundamentais para o funcionamento da cidade — como limpeza urbana, vigilância de prédios públicos e manutenção de espaços coletivos — seguem à margem de direitos básicos garantidos a outras categorias.

A indicação não impunha obrigação imediata ao Executivo, mas apenas pedia que fosse analisada a possibilidade de concessão do benefício, considerando aspectos orçamentários e legais. Ainda assim, a maioria dos vereadores votou contra, demonstrando resistência até mesmo à discussão do tema. O posicionamento gerou forte repercussão negativa entre moradores, lideranças comunitárias e movimentos sociais, que enxergaram na decisão um claro distanciamento da realidade vivida pelos trabalhadores de menor renda.

Entre os parlamentares que votaram contra a indicação está o vereador Leonel Filho, aliado político do prefeito Chiquinho do PT e integrante do bloco governista na Câmara. Sua postura foi interpretada como alinhada à orientação do Executivo, mas também como símbolo de uma atuação parlamentar que prioriza a manutenção de privilégios em detrimento de pautas sociais amplas.

A comparação entre as duas votações — uma que beneficiou diretamente os próprios vereadores e outra que negou um direito a trabalhadores terceirizados — intensificou as críticas da população codoense. Para muitos, o episódio escancarou uma lógica desigual na condução dos trabalhos legislativos: enquanto projetos de interesse corporativo avançam com facilidade, propostas voltadas à justiça social enfrentam resistência e rejeição.

O sentimento de indignação cresce ainda mais diante da informação de que funcionários contratados da própria Câmara Municipal também não terão direito ao 13º salário, o que amplia o clima de insatisfação tanto dentro quanto fora do Legislativo. Servidores que atuam diariamente para manter o funcionamento da Casa Legislativa observam, com perplexidade, a concessão de benefícios aos vereadores enquanto seus próprios direitos seguem limitados.

Esse contraste alimenta questionamentos sobre os critérios e prioridades adotados nas votações, além de levantar dúvidas sobre o compromisso social dos parlamentares com a população que os elegeu. Para muitos cidadãos, a Câmara demonstra sensibilidade apenas quando os benefícios recaem sobre seus próprios membros, adotando postura rígida e burocrática quando o impacto financeiro envolve trabalhadores de baixa renda.

Atuação de Leonel Filho

Após liderar o bloco de vereadores alinhados ao prefeito Chiquinho do PT na rejeição da proposta do 13º salário para trabalhadores terceirizados, Leonel Filho passou a ser alvo de críticas mais intensas. Para setores da sociedade civil, sua atuação parlamentar tem seguido uma lógica seletiva: direitos amplos quando o benefício é próprio; rigor, silêncio e justificativas técnicas quando a pauta é social.

Nos bastidores da política local, essa postura teria reforçado um apelido incômodo atribuído ao vereador: “Gardenal”, em alusão à frieza e à ausência de empatia diante de demandas populares. Embora o termo circule de forma informal, ele traduz a percepção de parte da população sobre a conduta política do parlamentar.

Até o momento, nem Leonel Filho nem a Mesa Diretora da Câmara Municipal se manifestaram oficialmente sobre a evidente diferença de tratamento entre os benefícios concedidos aos vereadores e a negativa imposta aos trabalhadores terceirizados e aos próprios funcionários da Casa. O silêncio institucional aprofunda a sensação de distanciamento entre representantes e representados.

O episódio, que já repercute amplamente em rodas de conversa, redes sociais e meios de comunicação locais, passa a integrar um debate maior sobre ética, responsabilidade social e coerência na atuação parlamentar. Para muitos codoenses, a questão vai além do 13º salário: trata-se de compreender para quem, de fato, a Câmara Municipal de Codó tem legislado.

Quem é Francisco Pereira Lemos? É o repórter Lemos. Professor pedagogo e radialista desde 1999, É jornalista repórter policial de TV.

Entusiasta e lutador pelas causas sociais. Foi presidente da AMCC- Associação de Moradores do Conjunto COHAB por dois mandatos.

Foi diretor do clube e desbravadores Fernando sthall. É presidente do Projeto Codó Solidário desde dezembro de 2019.

Realizou várias campanhas em prol do semelhante uma delas foi o Projeto Defendendo a Vida no Trânsito, Projeto Integrar para Avivar a Fe entre outros.

E na eleição de 2024 foi pré-candidato a prefeito de Codó despertando grande interesse da população. Tem um bordão que é muito engraçado e está na boca do povo “Você me conhece?”

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