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A Polícia Civil investiga o assassinato de Monara Pires Gouveia de Moraes, de 31 anos, encontrada morta no dia 7 de julho deste ano em um lote baldio no Bairro Popular, em Rio Verde (GO). O corpo da vítima foi localizado parcialmente carbonizado. O principal suspeito, um jovem de 26 anos, foi preso no dia 22 de agosto.

De acordo com familiares, Monara manteve por cerca de cinco meses um relacionamento com o acusado. A irmã da vítima, Nayara Pires de Moraes, contou que a jovem conheceu o homem em fevereiro e, desde então, demonstrava sofrer com o ciúme possessivo do companheiro.

Nós percebemos que ela aparecia em casa mais machucada. Muitas vezes nos perguntamos se era ele, mas ela nunca falava. Lembrei que ela chegou a reclamar sobre o ciúme possessivo dele, relatou Nayara.

O casal chegou a morar em um imóvel que o pai de Monara havia cedido, mas antes do crime a residência foi incendiada. Segundo o delegado Adelson Candeo, responsável pelas investigações, o incêndio teria sido provocado pelo próprio suspeito, um dia antes do homicídio.

Ainda conforme a polícia, o acusado possui passagens por crimes patrimoniais em São Paulo e estava em Goiás há pouco tempo. As investigações apontam que ele já havia agredido a vítima em outras ocasiões motivado por ciúmes.

A família afirma que tentou ajudar Monara em diferentes momentos, inclusive oferecendo tratamento médico. Meu pai até mandou um dinheiro para uma consulta particular, pra tentar uma internação domiciliar. Eu e minha mãe tentamos várias vezes até que aconteceu essa tragédia, disse Nayara.

Descrita pelos parentes como uma mulher muito amada, Monara deixa lembranças de carinho e afeto entre familiares e amigos. Nayara pede justiça: “Que a justiça seja feita e que ele seja punido com a severidade que seus crimes merecem”.

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (28), a Operação Conteúdo Proibido 16, voltada ao combate de crimes de violência sexual infantil praticados por meio da internet. A ação ocorreu no município de Codó, no Maranhão, onde foram cumpridos três mandados de busca e apreensão e autorizadas quebras de dados telemáticos contra um investigado.

Durante o cumprimento das medidas judiciais, o suspeito foi preso em flagrante. Segundo a investigação, ele armazenava e compartilhava mais de 3 mil arquivos com cenas de abuso sexual envolvendo crianças e adolescentes.

Na operação, a Polícia Federal apreendeu equipamentos eletrônicos que serão submetidos à perícia técnica. O material poderá fornecer novos vestígios digitais para fortalecer as investigações.

De acordo com a PF, a operação utilizou ferramentas tecnológicas avançadas e diferentes métodos de obtenção de provas, o que permitiu rastrear a atuação do investigado na rede mundial de computadores.

O pastor Jabes de Alencar usou suas redes sociais para lançar um apelo direto ao bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus, pedindo que ele se manifeste em apoio ao pastor Silas Malafaia, alvo de um inquérito que pode resultar em sua prisão.

Em vídeo, Alencar recordou o episódio de 1992, quando Macedo foi preso acusado de charlatanismo, estelionato e curandeirismo. À época, mesmo discordando de alguns métodos de arrecadação da Universal e de pontos doutrinários, ele — então líder da Assembleia de Deus do Bom Retiro — disse ter defendido o bispo publicamente.

Segundo o pastor, seu apoio incluiu esforços junto a autoridades políticas. “Eu acionei o governador do estado e também o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo porque entendi o versículo que diz: quando um membro padece, todo corpo padece”, afirmou.

“Silas está sendo ignorado”

Para Jabes de Alencar, a ausência de apoio de Macedo a Silas Malafaia é incoerente, já que o próprio Malafaia também o defendeu em 1992. “Hoje tem um pastor, que você goste ou não goste, um grande líder, que tem sido uma voz de defesa do evangelho, dos princípios. Esse pastor está sendo acusado de algo absurdo, ameaçado de prisão, e eu me dirijo a todos os pastores e líderes do Brasil, mas mais especialmente a você, bispo Macedo”, declarou.

Alencar reforçou que a situação é grave e pode atingir outros líderes religiosos no futuro. “Pastor Silas tá sendo a bola da vez, podendo ser outros os próximos. Tô aguardando, bispo, a sua manifestação”, disse.

O pastor também recordou que organizou um almoço em homenagem a Macedo quando ele foi solto, destacando a fala feita pelo bispo naquela ocasião. “Na época, o líder da Universal disse que a grande lição que aprendeu na cadeia foi que precisa dos seus irmãos”, contou.

Encerrando o desabafo, Jabes de Alencar deixou uma mensagem direta a Edir Macedo: “Que Deus te dê graça, sabedoria e discernimento, e que você entenda que há um pastor sendo ameaçado”.

O episódio envolvendo um pastor que foi flagrado usando peruca e calcinha azul — apelidado por internautas como “kit Uma Linda Mulher” — continua gerando repercussão nas redes sociais. Enquanto parte do público reage com deboches e críticas severas, a psicanalista Ângela Irino trouxe uma leitura diferente, chamando atenção para aspectos emocionais e psicológicos envolvidos.

Segundo a especialista, o caso revela muito mais do que um ato excêntrico ou escandaloso. “Ele é o reflexo de alguém que se esconde atrás da religiosidade, um mecanismo de defesa para quem não aprendeu a lidar com traumas emocionais”, afirmou.

“Uma mente em colapso”

Para Ângela, comportamentos desse tipo não surgem do nada. “Estamos vendo uma mente em colapso, tentando sustentar uma imagem que não corresponde ao que a pessoa realmente sente. Por isso, na calada da noite, ela age conforme aquilo que guarda dentro de si”, explicou.

A psicanalista destacou que a atitude, que para muitos parece apenas extravagante, pode ser lida como um ato simbólico de dor psíquica profunda. “Na psicanálise, isso é quando a dor se expressa de forma escandalosa. Não é só safadeza ou loucura: é uma alma escondendo desejos inaceitáveis para o meio em que vive”, disse.

Ela ainda relacionou o episódio ao contexto religioso rígido no qual líderes espirituais estão inseridos. “Quanto mais duro é o ambiente de fé, maior tende a ser o rompimento com a imagem idealizada quando a pessoa não aguenta mais sustentar esse papel”, observou.

Ao final, Ângela lançou um desafio para além do julgamento moral. “Julgar é fácil. Agora, você conseguiria ouvir esse homem sem condenar? Porque é isso que um terapeuta faz”, provocou.

Especialistas em comportamento religioso ressaltam que episódios como esse não devem ser vistos apenas como casos isolados ou caricatos, mas como sinais de um problema mais profundo: a pressão exercida sobre líderes espirituais para manterem uma imagem de perfeição inatingível.

Na noite desta segunda-feira (25), policiais militares do 3° Pelotão da Polícia Militar de Timbiras cumpriram um mandado de prisão preventiva contra Magno de Almeida, de 39 anos, acusado de homicídio qualificado. A ordem judicial havia sido expedida pela 2ª Vara Cumulativa de Guariba, no Estado de São Paulo.

O mandado está relacionado ao crime tipificado no artigo 121, §2º, inciso II, do Código Penal, que prevê homicídio qualificado por motivo fútil. O documento, assinado pela juíza Daniela Dias Graciotto Martins, tem validade até 30 de junho de 2043.

De acordo com informações obtidas pela jornalista Emanuela Carvalho , Magno foi localizado e detido pela equipe de plantão, que realizou os procedimentos necessários e comunicou a prisão às autoridades competentes. Ele será encaminhado para uma unidade prisional, onde ficará à disposição da Justiça paulista.

O mandado de prisão foi expedido após a constatação de provas da materialidade e indícios suficientes de autoria, baseados em laudo pericial e depoimentos colhidos durante a investigação.

Malafaia (Reprodução)

Na noite desta quinta-feira (21), durante o culto na sede da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (Advec), o pastor Silas Malafaia voltou a se pronunciar após ter sido alvo de mandado da Polícia Federal. Em tom firme, ele ironizou críticas sobre áudios divulgados de sua conversa com o ex-presidente Jair Bolsonaro, nos quais usou palavras de baixo calão.

“Vai cuidar da sua vida! O que o vazamento trouxe? A minha integridade e honestidade de falar o que penso. Artigo 5, inciso 10: é inviolável o sigilo das pessoas”, declarou o pastor diante da congregação.

Malafaia também criticou a decisão judicial que determinou a apreensão de seu passaporte. Segundo ele, não havia qualquer indício de tentativa de fuga que justificasse a medida.
“Covardia da perseguição e da maldade. Apreendem meu passaporte, mas eu não estou indiciado, apenas investigado. Como é que prendem o passaporte de um líder religioso respeitado?”, questionou.

O pastor contou ainda que a PF recolheu seus cadernos de pregações. Em tom irônico, disse que o material não poderia servir de prova contra ele:
“O ministro já digitalizou os cadernos? Me devolve. Será que tem alguma questão teológica que eu queira dar um golpe? Talvez sirva para alguém da PF aceitar a Cristo”, afirmou.

Malafaia negou qualquer envolvimento com os processos que investigam Jair e Eduardo Bolsonaro. Para ele, o ministro Alexandre de Moraes teria mirado a pessoa errada:
“Eu não tenho medo de ser preso, não tenho medo de nada disso. Com todos os meus defeitos e limitações, eu sou um ungido de Deus. Ele escolheu o cara errado para tocar. Em nome de Jesus, esse homem vai ser julgado pelas leis do país e pelas leis de Deus, e ele vai cair.”

O líder da Advec encerrou seu pronunciamento manifestando preocupação de que a investigação contra ele se transforme em perseguição à fé cristã no Brasil.
“Temo que essa perseguição política se torne perseguição religiosa, como acontece em outros países”, disse.

O recém-empossado deputado federal por Goiás, o cantor gospel Samuel Santos, surpreendeu ao apresentar sua primeira proposta política logo após assumir o mandato. Conhecido em todo o país pela trajetória na música gospel ao lado do irmão Daniel, o parlamentar decidiu estrear sua atuação defendendo o fim dos debates eleitorais televisionados, medida que gerou discussões imediatas nas redes sociais e no meio político.

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Segundo Samuel, o formato atual dos debates perdeu a essência de ser um espaço para apresentação de ideias e se transformou em um palco de confrontos pessoais e espetáculos de torcida organizada. Em suas palavras, em vez de servir como instrumento de esclarecimento, os programas acabam promovendo divisão entre eleitores, incentivando ataques, acusações infundadas e distorções. “O eleitor não é torcedor, é contribuinte. O que vemos são ataques pessoais, famílias divididas e amigos se afastando. Isso não ajuda ninguém a entender de verdade o que cada candidato pensa”, declarou.

O deputado defende que seja criado um novo modelo de exposição política, no qual cada candidato tenha espaço individual para apresentar suas propostas sem a pressão do embate direto. Para ele, esse formato seria mais produtivo, permitindo ao eleitor conhecer melhor as propostas e valores de cada postulante ao cargo. “Mais propostas, menos briga. Mais união, menos divisão. Chegou a hora de repensar esse modelo”, acrescentou, reforçando seu desejo de tornar o processo eleitoral menos hostil.

A ideia dividiu opiniões. Alguns internautas elogiaram a iniciativa, destacando que o país precisa de novos caminhos para pacificar a política e diminuir a polarização. Outros, porém, criticaram a proposta, afirmando que os debates são ferramentas essenciais para confrontar contradições, cobrar coerência dos candidatos e revelar posturas diante de situações de pressão.

Samuel Santos, que alcançou a política apoiado em uma base sólida no meio cristão, afirma que pretende seguir apresentando projetos voltados para a ética, a transparência e a pacificação do discurso público. Para ele, sua atuação no Congresso será pautada pela defesa de valores cristãos e pela tentativa de recuperar um ambiente de diálogo saudável, que, em sua avaliação, tem sido prejudicado pelo clima de confrontos constantes que marcam o cenário político brasileiro.

Otoni de Paula e Silas Malafaia - @Reprodução

O deputado federal Otoni de Paula (MDB-RJ) fez duras declarações sobre o pastor Silas Malafaia, ao comentar a inclusão do líder evangélico em inquérito da Polícia Federal. Em entrevista ao Fuxico Gospel, o parlamentar afirmou que “o sonho de Malafaia é ser preso”, destacando que isso não deveria ser confundido com perseguição religiosa.

“Não vou atrapalhar o sonho do pastor Silas, não. O sonho dele é ser preso. Então, se esse é o sonho dele, se ele entende que isso pode acontecer e que ele vai pagar esse preço, problema é dele”, afirmou Otoni de Paula, lembrando que respeita a trajetória do pastor, mas considera que o atual momento exige cautela.

 

Durante a entrevista, o parlamentar ressaltou que é um equívoco tentar associar o caso a uma suposta perseguição contra igrejas.

“Tire a igreja dessa confusão. Para de tentar dizer que nós estamos tendo perseguição religiosa, porque o pastor Silas, a quem eu respeito, está no inquérito da Polícia Federal. Ele está no inquérito e está pagando preço por esse momento que nós estamos enfrentando no Brasil”, declarou.

Otoni também fez um paralelo bíblico para explicar sua visão de prudência diante da crise: “Jesus saiu de um ambiente porque sabia que estavam indo lá para prendê-lo. Eu te pergunto, ele foi covarde? Não. Ele só entendeu que o diabo queria antecipar o que Deus já tinha data certa para fazer”.

Outro ponto marcante da entrevista foi quando o deputado diferiu entre prisão por motivos políticos e prisão por causa do evangelho.

“Se eu pudesse falar pro pastor Silas, eu ia dizer que não há recompensa nenhuma em ser preso político, mas haveria se ele fosse um preso por pregar a palavra de Deus. Aí sim haveria se ele fosse preso por amor ao evangelho. Mas ele vai ser preso por amor a Bolsonaro. E isso não glorifica Jesus”, disse.

Otoni ainda recordou sua relação com Malafaia, afirmando ter sido formado sob a influência do pastor. “Eu faço parte da geração que o Senhor formou. Eu faço parte daquela geração que viu ele ganhando almas e falando as verdades do evangelho”, destacou.

 

O apóstolo Agenor Duque, fundador e líder da Igreja Plenitude do Trono de Deus, voltou a causar debates nas redes sociais ao se posicionar sobre um dos temas mais discutidos entre os evangélicos: o dízimo. Em um vídeo compartilhado em sua conta oficial, o religioso destacou a importância da fidelidade nessa prática e afirmou que obreiros que não cumprem esse princípio não devem exercer funções na igreja.

O vídeo mostra uma mesa de pastores discutindo justamente sobre líderes e auxiliares que não contribuem com o dízimo. Agenor, na legenda, reforçou sua posição de maneira categórica: “Quem não é fiel nos dízimos não deve exercer função na igreja. Porque a questão não é apenas entregar ou não entregar, mas a motivação do coração. ‘Escolhe homens que aborreçam a avareza’ (Êxodo 18:21). Se há discordância com a liderança, há quebra de princípio de autoridade. Avarento não pode governar, não pode participar do altar, não pode liderar. Fidelidade a Deus é o primeiro passo para servir em Sua casa”, escreveu.

A publicação logo despertou reações. Um internauta questionou o apóstolo, afirmando que nem Paulo, nem os demais apóstolos pediram dízimos após a ressurreição de Jesus. A resposta de Agenor Duque foi imediata e ainda mais polêmica. Ele declarou: “Eu não sou seguidor de Paulo, sou seguidor de Jesus Cristo. E Ele mesmo disse: ‘até que passem os céus e a terra, de modo nenhum passará a lei nem um i ou um til’ (Mateus 5:18). Paulo e os apóstolos ensinaram o sustento do ministério (1 Coríntios 9:14), e em Atos 5, com Ananias e Safira, vemos o juízo de Deus sobre quem reteve o que era do Senhor. E ainda está escrito: ‘Aqui, homens mortais recebem dízimos; ali, porém, os recebe aquele de quem se testifica que vive’ (Hebreus 7:8). Ou seja, quem recebe hoje é Cristo, o Sumo Sacerdote eterno.”

O posicionamento firme do líder da Plenitude mostra que o tema ainda é um divisor de opiniões, tanto entre pastores quanto entre os próprios membros das igrejas.

Na noite desta quinta-feira (21), durante o culto na sede da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (Advec), o pastor Silas Malafaia voltou a se pronunciar após ter sido alvo de mandado da Polícia Federal. Em tom firme, ele ironizou críticas sobre áudios divulgados de sua conversa com o ex-presidente Jair Bolsonaro, nos quais usou palavras de baixo calão.

“Vai cuidar da sua vida! O que o vazamento trouxe? A minha integridade e honestidade de falar o que penso. Artigo 5, inciso 10: é inviolável o sigilo das pessoas”, declarou o pastor diante da congregação.

Malafaia também criticou a decisão judicial que determinou a apreensão de seu passaporte. Segundo ele, não havia qualquer indício de tentativa de fuga que justificasse a medida.

“Covardia da perseguição e da maldade. Apreendem meu passaporte, mas eu não estou indiciado, apenas investigado. Como é que prendem o passaporte de um líder religioso respeitado?”, questionou.

O pastor contou ainda que a PF recolheu seus cadernos de pregações. Em tom irônico, disse que o material não poderia servir de prova contra ele:
“O ministro já digitalizou os cadernos? Me devolve. Será que tem alguma questão teológica que eu queira dar um golpe? Talvez sirva para alguém da PF aceitar a Cristo”, afirmou.

Malafaia negou qualquer envolvimento com os processos que investigam Jair e Eduardo Bolsonaro. Para ele, o ministro Alexandre de Moraes teria mirado a pessoa errada:
“Eu não tenho medo de ser preso, não tenho medo de nada disso. Com todos os meus defeitos e limitações, eu sou um ungido de Deus. Ele escolheu o cara errado para tocar. Em nome de Jesus, esse homem vai ser julgado pelas leis do país e pelas leis de Deus, e ele vai cair.”

O líder da Advec encerrou seu pronunciamento manifestando preocupação de que a investigação contra ele se transforme em perseguição à fé cristã no Brasil.

“Temo que essa perseguição política se torne perseguição religiosa, como acontece em outros países”, disse.

Quem é Francisco Pereira Lemos? É o repórter Lemos. Professor pedagogo e radialista desde 1999, É jornalista repórter policial de TV.

Entusiasta e lutador pelas causas sociais. Foi presidente da AMCC- Associação de Moradores do Conjunto COHAB por dois mandatos.

Foi diretor do clube e desbravadores Fernando sthall. É presidente do Projeto Codó Solidário desde dezembro de 2019.

Realizou várias campanhas em prol do semelhante uma delas foi o Projeto Defendendo a Vida no Trânsito, Projeto Integrar para Avivar a Fe entre outros.

E na eleição de 2024 foi pré-candidato a prefeito de Codó despertando grande interesse da população. Tem um bordão que é muito engraçado e está na boca do povo “Você me conhece?”

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