- Lemos
- 22/08/2025
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Na última segunda-feira (18), 21 horas após a morte trágica de um bebê no Hospital Geral Municipal (HGM) de Codó, a direção da unidade divulgou uma nota oficial afirmando que a gestante deu entrada no pronto-socorro já em trabalho de parto e com sinais de sofrimento fetal. Segundo a versão oficial, a equipe de obstetrícia teria decidido imediatamente pela realização de uma cesariana.

No entanto, mensagens internas revelam que a nota escondeu informações cruciais sobre o que realmente aconteceu naquela madrugada. Um relato atribuído ao médico Isisnaldo Silva Correia, enviado a colegas de profissão, traz uma versão completamente diferente da divulgada pelo hospital.
De acordo com o próprio Isisnaldo, por volta das 2h30 ele foi chamado para atender a jovem de 27 anos identificada pelas iniciais A.S.S. A paciente já estava posicionada para parto normal, com a cabeça do bebê parcialmente exposta. Após várias tentativas frustradas de concluir o parto natural, a mãe ficou exausta e o bebê em grave sofrimento por asfixia.
O médico então decidiu realizar uma cesariana. Para isso, tentou reintroduzir a cabeça da criança no útero, mas também não obteve sucesso. Sem a especialização necessária para lidar com um caso tão delicado, Isisnaldo pediu ajuda ao médico Allan Roberto Costa Silva — que, assim como ele, não possui registro de especialização em obstetrícia no Conselho Regional de Medicina.
Segundo o relato, após prolongados esforços e já sem sinais de vida do bebê, os dois médicos optaram por um procedimento chamado fetotomia. Pesquisas médicas mostram, porém, que a fetotomia é utilizada exclusivamente em medicina veterinária, em animais como bovinos e equinos, jamais em seres humanos. A técnica consiste em fragmentar o feto dentro do útero para facilitar sua retirada pelo canal vaginal.
O relato é ainda mais chocante: Isisnaldo afirma que a decisão de realizar o procedimento foi comunicada ao pai da jovem, que estaria aguardando em outra sala. Ele teria autorizado a intervenção, sem compreender sua gravidade. No desfecho, a decapitação do bebê foi realizada pelo médico Allan Roberto.
Allan Roberto Costa Silva é conhecido na região por sua atuação política em Pedreiras e estaria trabalhando no HGM de Codó por indicação do prefeito de Trizidela do Vale, Deibson Balé, amigo pessoal do deputado estadual Francisco Nagib.
A reportagem entrou em contato com Allan Roberto, que foi procurado pelo Instagram e em dois números de WhatsApp, mas não respondeu às mensagens. Também não houve retorno do secretário de Saúde, Suelson Sales, da diretora do HGM, Rossana Araújo (esposa do vereador Leonel Filho), do assessor de comunicação Cícero de Sousa e nem do repórter Francisco Oliveira, ligado ao prefeito Chiquinho do PT.
Até o fechamento desta matéria, nenhum representante do hospital ou do governo municipal havia apresentado esclarecimentos sobre as contradições entre a nota oficial e o relato do médico Isisnaldo Silva Correia.
Enquanto isso, familiares da vítima preferiram não se pronunciar sobre o caso, que já provoca comoção e revolta na sociedade codoense, ampliando a cobrança por investigações independentes.
Confira abaixo a nota na íntegra do médico Dr. Isisnaldo:
“Eu, Isisnaldo Silva Correia, médico, CRM 4456-MA,plantonista da obstetrícia no HGM de Codó no dia 16 e 18 de agosto de 2025, por volta das 2:30h da madrugada do dia 18 de agosto, fui chamado no repouso médico para atender duas gestantes que havia chegado para ser avaliadas, a primeira gestante que foi atendida foi o caso que é o foco deste relatório, que foi examinada em trabalho de parto já em período expulsivo foi encaminhada para a sala de parto acompanhada do enfermeiro Antônio, enquanto que a segunda gestante foi medicada e orientada a retornar para a sua casa. A gestante A.S.S, 27 anos, que encontrava-se em período expulsivo do trabalho de parto, Gestação 4 Partos 2 e Aborto 1, hipertensa e com diabetes gestacional, sendo que dos dois partos normais anteriores , teve um feto vivo que nasceu segundo a paciente prematuro de muito baixo peso, sendo que o segundo parto normal houve óbito fetal por distocia de ombros. A mesma estava com uma cesariana marca para terça-feira, dia 19, com o médico Dr Crisanto,devido a história pregressa de distocia de ombros. Ao chegar na sala de parto, a paciente já estava na mesa de parto normal em perigo expulsivo, quando Eu assumi junto a equipe a assistência ao parto, solicitei para a equipe que chamassem o pediatra para que se fizesse presente, o que esse chegou poucos minutos depois. A cabeça do feto já estava se exteriorizando e iniciamos as manobras de retirada dos ombros, quando percebemos que havia distocia de espáduas( ombros), a partir de então, Eu e à equipe passamos a realizar todas as manobras possíveis para é extração fetal em caso de distocia de ombros, como manobra de McRoberts, manobra de pressão supra-púbica, manobra de Rubin 1 e 2, depois manobra de Woods, sendo que todas essas manobras muito bem aplicadas não tiveram sucesso, e pelo o intervalo de tempo que já havia passado, a paciente tinha chegado à exaustão, o feto estava em sofrimento por asfixia, resolvemos tentar a manobra de Zavanelli, que consiste na realização de uma cesariana para a tentativa de extração fetal por via abdominal, onde a cabeça fetal é reintroduzida para a cavidade uterina e após então o feto é retirado por via abdominal( cesariana), sendo essa manobra de alto risco e aplicada muito raramente, mas mesmo após essa manobra, não conseguimos de maneira alguma realizar a extração fetal, neste momento ao início da manobra de Xavanelli, já por volta de 3:30h da manhã, o colega que iria assumir o plantão, Dr Allan Roberto chegou ao hospital e foi ao centro cirúrgico para dar apoio a nossa equipe, diante, dessa emergência obstétrica, o mesmo auxiliou na reintrodução do polo cefálico para a cavidade uterina, o que não tivemos sucesso. Nesse momento observamos que o feto já tinha vindo a óbito e que a paciente estava em risco, devido ao risco de hemorragias, risco de lesões de estruturas e ao tempo a anestésico, o que nos foi avisado pelo anestesista Dr Marcos Vinícius,; chegamos então à conclusão de que só havia uma solução para salvar a vida da paciente, já que o feto estava em óbito, que seria o procedimento de fetotomia, que apesar de ser uma técnica drástica, em casos raros e dramáticos vem a ser a única solução para salvar a vida da mãe. Após chegarmos a essa conclusão, fomos, eu e o Dr Allan Roberto, até o consultório informar ao acompanhante, que era o pai da paciente, o mesmo nos autorizou o procedimento, o que foi realizado pelo Dr Allan Roberto, logo após o consentimento do familiar. E assim, salvamos a vida paciente, mas infelizmente ao conseguimos salva o feto. Foi finalizada a cirurgia, a paciente ficou internada em recuperação cirúrgica, com prescrição de antibióticos de amplo espectro, hidratação e sintomáticos, após isso, o plantão foi assumido pelo Dr Allan Roberto.”
- Lemos
- 20/08/2025
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A Justiça Federal condenou o proprietário de um prédio histórico, localizado na Rua Afonso Pena, no Centro de São Luís, a realizar obras de restauração e conservação no imóvel. O prédio está em situação de abandono e corre risco de desabamento.
A decisão foi tomada após uma ação movida pelo Ministério Público Federal (MPF), que apontou a responsabilidade do dono pelo estado de deterioração do imóvel, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O prédio está protegido por lei desde 1937.
Segundo a ação, o imóvel está com a estrutura comprometida, correndo risco de ruir e até pegar fogo. Além disso, estava sendo usado por terceiros como local de moradia e também para atividades comerciais, como gráfica, serigrafia e oficina de eletrodomésticos.
Durante o processo, o Iphan enviou diversos relatórios confirmando o estado precário do prédio. Em 2023, uma vistoria do órgão constatou que a situação continuava grave.
A Justiça já havia concedido uma liminar obrigando o proprietário a fazer obras emergenciais para estabilizar a estrutura do imóvel e recuperar telhado e piso. A decisão também determinou que os ocupantes não poderiam atrapalhar o andamento dos reparos.
Na sentença, a 8ª Vara Federal Ambiental e Agrária do Maranhão destacou que, em casos de dano ao patrimônio ambiental ou histórico, o responsável deve reparar o prejuízo mesmo que não tenha agido de forma intencional. Basta que fique comprovado que houve o dano e que ele está ligado à sua omissão.
A Justiça também reforçou que o direito à propriedade não é absoluto e deve respeitar a função social e ambiental. Quando um imóvel é abandonado ou usado de forma a prejudicar o interesse público, isso é considerado ilegal.
O proprietário terá que apresentar um projeto de restauração e executar as obras de acordo com as orientações do Iphan. Se descumprir a decisão, poderá pagar multa diária de R$ 1 mil, que será revertida para o Fundo de Defesa de Direitos Difusos.
- Lemos
- 20/08/2025
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O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) confirmou a quarta condenação do pastor Aijalon Berto Florêncio, de Igarassu, no Grande Recife. As sentenças, fruto de denúncias apresentadas pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE), somam 12 anos de prisão em regimes aberto e semiaberto, além de multas e indenizações que ultrapassam R$ 133 mil.
De acordo com o MPPE, três condenações foram proferidas somente entre julho e agosto deste ano. A mais recente, em 6 de agosto, está ligada a uma live feita em 2021, na qual o pastor ofendeu uma mulher trans com termos pejorativos, desrespeitando sua identidade de gênero. A Justiça determinou pena de 6 anos e 3 meses de prisão em regime semiaberto e indenização de R$ 16,5 mil à vítima.
As outras duas condenações também partiram de denúncias do MPPE. Em 12 de julho de 2024, a Promotoria de Justiça de Paulista obteve vitória judicial contra o pastor, que havia feito uma postagem ofensiva ao orixá Ogum, em abril de 2023. A Justiça entendeu que houve discurso discriminatório contra o candomblé.
A primeira condenação, em 11 de setembro de 2023, também envolveu ataques a religiões afro-brasileiras. Em vídeo de julho de 2021, Aijalon associou praticantes dessas crenças a “demônios”, “feitiçaria” e “animais abomináveis”. A pena foi de 2 anos e 6 meses de prisão, além de indenização por dano moral coletivo de R$ 100 mil, destinada a projetos de combate à intolerância religiosa.
Declaração do Ministério Público
O promotor de Justiça José da Costa Soares, responsável por diversas das ações, destacou que a liberdade religiosa não pode ser usada como justificativa para ataques discriminatórios.
“À luz do ordenamento jurídico brasileiro, a ninguém é dado o direito de, sob o pretexto de professar a sua própria crença, oprimir e subjugar a crença de outrem, incitando o ódio. É um contrassenso invocar-se a liberdade religiosa para pregar a intolerância”, afirmou.
- Lemos
- 20/08/2025
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Uma declaração feita pelo pastor e psicólogo doutor Alex Alves durante sua participação no programa Eu Acredito Podcast vem chamando atenção nas redes sociais e despertando debates intensos entre os cristãos. Em tom de convicção, o religioso apresentou uma interpretação totalmente fora do padrão teológico tradicional sobre a narrativa do Jardim do Éden, afirmando que teria havido um “trisal” formado por Adão, Eva e a serpente, descrita por ele como um ser reptiliano.
Segundo Alves, a cena narrada em Gênesis 3 não trata apenas da tentação de Eva, mas de um envolvimento mais profundo. “Teve um trisal entre Adão, Eva e a serpente. Essa serpente é um reptiliano, porque tinha braços e pernas, e estava no meio da bagunça dos dois ali”, declarou.
Interpretação bíblica incomum
Para sustentar sua teoria, ele apontou como central a passagem de Gênesis 3:15, que diz: “Porei inimizade entre você e a mulher, entre a sua descendência e o descendente dela; este lhe ferirá a cabeça, e você lhe ferirá o calcanhar”. Na visão do pastor, esse trecho indicaria não apenas uma metáfora, mas a existência literal de uma descendência da serpente, sugerindo a possibilidade de uma linhagem híbrida entre humanos e reptilianos.
Alves ressaltou que esse detalhe “precisa ser olhado com atenção”, pois, em sua leitura, o texto bíblico estaria revelando mais do que a tradição religiosa costuma reconhecer.
Outras teses defendidas
O pastor também relacionou o parto cesárea a uma suposta profecia do livro de Gênesis, alegando que essa prática teria contribuído para o surgimento de doenças psicossomáticas na sociedade moderna. Além disso, afirmou que o feminismo seria resultado direto da maldição estabelecida no Éden, repetindo uma linha de pensamento que associa movimentos sociais a consequências espirituais.
É importante destacar que tais afirmações não encontram respaldo em nenhuma corrente teológica cristã ou judaica tradicional. A leitura de Alex Alves se aproxima de concepções esotéricas e conspiratórias contemporâneas, que surgiram a partir do século XX e foram difundidas por autores como David Icke, conhecido por teorias sobre reptilianos e sociedades secretas.
- Lemos
- 20/08/2025
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O pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, voltou a protagonizar fortes declarações após ser incluído no inquérito da Polícia Federal que investiga uma suposta tentativa de golpe de Estado envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro, o deputado Eduardo Bolsonaro e o jornalista Paulo Figueiredo.
A investigação apura possíveis crimes de coação no curso do processo, obstrução de investigação de organização criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.
Críticas à Polícia Federal e a Moraes
Ao receber a notícia, Malafaia gravou um vídeo em tom de indignação, acusando setores da Polícia Federal de agirem a serviço do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.
O pastor reclamou por não ter sido notificado oficialmente pela PF e disse ter descoberto sua inclusão no inquérito por meio da GloboNews, após suposto vazamento de informações.
O religioso também negou ter qualquer envolvimento com autoridades estrangeiras, ressaltando que “não fala inglês” e nunca teve contato com representantes do governo americano, apesar de seu nome constar no procedimento investigativo.
“O Brasil caminha para a Venezuela”
Em seu discurso, Malafaia afirmou que o país estaria se aproximando de uma realidade semelhante à da Venezuela, onde, segundo ele, criticar autoridades se tornou um crime. Baseado em sua interpretação da Constituição, o pastor disse que continuará denunciando o que considera abusos cometidos por Alexandre de Moraes, a quem acusou de extrapolar seus poderes.
Vídeo preparado para o “dia da prisão”
Malafaia declarou que não teme ser preso e revelou ter deixado pronto um “vídeo bombástico”, entregue a pessoas de confiança, para ser divulgado imediatamente caso seja detido. “Se me prenderem, eles vão ver o que vai acontecer no Brasil”, disparou.
Ele ainda acrescentou que o ex-presidente Jair Bolsonaro teria preparado materiais semelhantes para o mesmo cenário, reforçando a tensão em torno da investigação.
- Lemos
- 20/08/2025
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Nos últimos dias, o nome de Hytalo Santos — influenciador digital que acumulava milhões de seguidores — estourou nas manchetes após sua prisão sob acusações de exploração infantil e tráfico de pessoas. A detenção trouxe à tona não apenas a gravidade das suspeitas, mas também as conexões do influenciador com o meio evangélico, especialmente por ter presenteado uma igreja à pastora Renallida Lima, conhecida como “Pastora do Pix”. A relação de Hytalo com líderes religiosos, que antes celebravam sua proximidade, agora é praticamente negada. Esse movimento de “abraçar quando convém e descartar quando pega mal” não é novidade no universo gospel. E é aqui que surge a pergunta: o que Hytalo Santos e Edir Macedo têm em comum?
Durante anos, Urach foi usada como testemunho vivo da “mudança de vida” promovida pela IURD. Apareceu em programas de TV, cultos e eventos, narrando como havia abandonado a prostituição e o universo da sensualidade para seguir uma vida dedicada a Deus. Porém, ao romper com a igreja, voltou ao mesmo cenário que dizia ter deixado — hoje produzindo conteúdos adultos e assumindo publicamente práticas que antes renunciava.
A história revela o mecanismo: enquanto a narrativa era útil para o marketing religioso, Urach foi exaltada. Quando a imagem deixou de servir, veio o abandono e até a rejeição.
Mas, com a prisão e as denúncias de crimes graves, o cenário mudou. Os mesmos que usufruíram de sua fama agora preferem se calar ou até negar qualquer vínculo. O contraste entre a exaltação do passado e o silêncio do presente escancara a hipocrisia de setores evangélicos, que usam figuras públicas enquanto são convenientes e descartam quando viram peso.
O elo entre Edir Macedo e Hytalo Santos
O ponto em comum entre Edir Macedo e Hytalo Santos não está em suas trajetórias pessoais, mas na forma como expõem uma mesma lógica do mercado da fé:
- Histórias humanas são transformadas em vitrine — seja a de Andressa Urach para atrair fiéis, seja a de Hytalo Santos para dar prestígio digital.
- O discurso de mudança é usado como marketing — mas quando as contradições aparecem, a narrativa desmorona.
- A hipocrisia religiosa prevalece — líderes abraçam pessoas enquanto podem explorar sua imagem, mas se afastam quando escândalos ameaçam a reputação da instituição.
No fim, tanto no caso da Universal quanto nas conexões de Hytalo com líderes evangélicos, a lógica é a mesma: a fé serve como produto, e as pessoas, como peças descartáveis de uma engrenagem lucrativa.
- Lemos
- 20/08/2025
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Já se passaram mais de 48 horas desde a trágica morte de um bebê durante um parto mal-sucedido no Hospital Geral Municipal (HGM) de Codó, e até agora as principais autoridades políticas do município permanecem em silêncio.

O prefeito Chiquinho do PT, o deputado estadual Francisco Nagib e sua esposa, a influenciadora Agnes Oliveira, não fizeram qualquer pronunciamento público sobre o caso que choca e revolta a cidade.
O silêncio contrasta com a postura adotada recentemente por Agnes Oliveira, que chegou a publicar um vídeo nas redes sociais afirmando que estava presente “frequentemente no HGM” acompanhando de perto a realidade da saúde municipal. No entanto, diante da maior tragédia recente ocorrida dentro da unidade, ela, assim como o marido e o prefeito, não se manifestou.
Enquanto isso, a população cobra respostas. A direção do hospital, comandada por Rossana Araújo, esposa do vereador Leonel Filho, divulgou uma nota oficial negando negligência e acusando a imprensa de criar uma “narrativa de terror”. Mas as denúncias de outros profissionais indicam que o bebê foi decapitado durante o parto, fato omitido pelo comunicado.
A ausência de posicionamento das principais lideranças políticas da cidade tem sido interpretada como falta de sensibilidade diante da dor da família e tentativa de blindagem da gestão municipal, já que o hospital é de responsabilidade direta da Prefeitura.
Enquanto o governo se cala, cresce a indignação popular e o clamor por investigações independentes sobre o caso.
- Lemos
- 20/08/2025
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A Justiça do Rio de Janeiro condenou, nesta segunda-feira (18), as influenciadoras Nancy Gonçalves Cunha Ferreira e Kerollen Vitória Cunha Ferreira a 12 anos de prisão em regime fechado por injúria racial.

Mãe e filha, que somavam mais de 12 milhões de seguidores nas redes sociais à época do inquérito, foram responsabilizadas por gravar um vídeo em que ofereceram uma banana e um macaco de pelúcia a duas crianças negras, de 9 e 10 anos, em tom de deboche. O caso aconteceu em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, em 2023, e os vídeos foram divulgados nas redes sociais.
Além da pena de prisão, Nancy e Kerollen deverão pagar R$ 20 mil de indenização para cada uma das vítimas, valores que serão corrigidos monetariamente. A Justiça também determinou que, após o trânsito em julgado, sejam expedidos mandados de prisão e cartas de sentença.
Apesar da condenação, as duas poderão recorrer em liberdade, mas estão proibidas de publicar conteúdos semelhantes nas redes sociais e de manter contato com as vítimas.
“Racismo recreativo” e impactos nas vítimas
Na sentença, a juíza Simone de Faria Ferraz, da 1ª Vara Criminal de São Gonçalo, destacou que as acusadas “animalizaram” as crianças, submetendo-as à humilhação pública e monetizando sua dor.
Um dos meninos passou a ser chamado de “macaco” na escola e abandonou o sonho de ser jogador de futebol. Já a menina relatou isolamento social e passou a precisar de acompanhamento psicológico.
Para a magistrada, a conduta das influenciadoras configura o chamado “racismo recreativo”, previsto na Lei 7.716/1989, com agravantes por ter ocorrido em contexto de diversão e por mais de uma pessoa.
Defesa das vítimas comemora decisão
Os advogados Marcos Moraes, Felipe Braga, Flávio Biolchini e Alexandre Dumans, do Escritório Modelo Nilo Batista (SACERJ), que representaram as famílias das crianças, comemoraram a sentença.
Em nota, afirmaram que o julgamento “projeta-se para além do caso concreto, afirmando que a infância negra não pode ser objeto de humilhação recreativa e que o racismo estrutural deve encontrar resistência efetiva no Judiciário”.
Eles classificaram a condenação como um marco simbólico e jurídico, destacando que a decisão reforça o compromisso da Justiça com a igualdade e a dignidade humanas.
Defesa das influenciadoras vai recorrer
O advogado Mário Jorge dos Santos Tavares, que representa Nancy e Kerollen, afirmou em entrevista ao g1 que respeita a decisão judicial, mas não concorda com a condenação.
Segundo ele, as rés “sempre colaboraram com o processo” e acreditam que a Justiça reconhecerá sua inocência. A defesa informou que irá recorrer ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro para tentar reformar a sentença.
- Lemos
- 20/08/2025
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A Polícia Civil do Maranhão, por meio da Delegacia de Coroatá, prendeu na manhã da última segunda-feira (18) um casal da cidade de Codó acusado de tentar aplicar um golpe em uma agência da Caixa Econômica Federal.

De acordo com a investigação, os suspeitos tentavam desbloquear um benefício de aposentadoria utilizando documentos falsos. O esquema foi descoberto pelos agentes, que efetuaram a prisão em flagrante.
Os dois foram autuados pelo crime de tentativa de estelionato e encaminhados à Unidade Prisional de Ressocialização (UPR) de Coroatá, onde permanecerão à disposição da Justiça.
Este é o segundo caso em apenas uma semana envolvendo tentativas de fraude contra a Caixa Econômica Federal na cidade, o que acende um alerta sobre a atuação de grupos criminosos especializados nesse tipo de crime.
A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar e prender outros possíveis integrantes da organização criminosa.
- Lemos
- 20/08/2025
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A família de Sueli Pereira da Silva está vivendo momentos de angústia em Codó. A paciente deu entrada no Hospital Geral Municipal (HGM) na última segunda-feira (18) após apresentar quadro grave de vômito com sangue. Desde então, os familiares relatam dificuldades no atendimento e cobram providências para garantir o tratamento adequado.

De acordo com informações repassadas por parentes, Sueli necessita passar por um exame de endoscopia para que possa ser submetida a uma cirurgia. No entanto, o procedimento não é realizado em Codó, sendo necessária a transferência para outra cidade.
A sobrinha da paciente afirma que sua mãe, que acompanha Sueli no hospital, buscou apoio do setor de Serviço Social, mas até esta quarta-feira (20) a paciente seguia sem receber medicação adequada e sem previsão de transferência. “Os responsáveis do HGM informaram que em Codó não faz essa cirurgia e que ela precisa ser transferida para outra cidade. Pedimos ajuda porque ela corre risco de vida”, declarou.
Procurado por nossa equipe de reportagem, o governo de Chiquinho do PT ainda não se manifestou oficialmente sobre o caso.
Quem é Francisco Pereira Lemos? É o repórter Lemos. Professor pedagogo e radialista desde 1999, É jornalista repórter policial de TV.
Entusiasta e lutador pelas causas sociais. Foi presidente da AMCC- Associação de Moradores do Conjunto COHAB por dois mandatos.
Foi diretor do clube e desbravadores Fernando sthall. É presidente do Projeto Codó Solidário desde dezembro de 2019.
Realizou várias campanhas em prol do semelhante uma delas foi o Projeto Defendendo a Vida no Trânsito, Projeto Integrar para Avivar a Fe entre outros.
E na eleição de 2024 foi pré-candidato a prefeito de Codó despertando grande interesse da população. Tem um bordão que é muito engraçado e está na boca do povo “Você me conhece?”





