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Em meio à polêmica votação que rejeitou a indicação que solicitava o pagamento do 13º salário para garis, vigias e zeladoras, um esclarecimento se faz necessário aos leitores do Marco Silva Notícias. O vereador Antônio Luz não votou contra a matéria porque não se encontrava presente no plenário no momento em que a proposta foi apreciada e rejeitada pela maioria dos parlamentares.

Segundo informações repassadas por aliados próximos, Antônio Luz teria afirmado que, caso estivesse presente durante a votação, teria se posicionado favoravelmente à indicação. Para o vereador, o pagamento do 13º salário representaria uma forma mínima de reconhecimento e valorização de trabalhadores terceirizados que exercem funções essenciais para o funcionamento da cidade, muitas vezes em condições de trabalho difíceis e com remuneração limitada.

A ausência do parlamentar ocorreu justamente no momento em que a maioria dos vereadores decidiu rejeitar a proposta, decisão que gerou forte repercussão negativa e uma série de críticas por parte da população. A insatisfação popular se intensificou especialmente após vir à tona que a Câmara Municipal aprovou, em outra ocasião, projetos que garantiram aumento salarial, além do pagamento de 13º salário e férias remuneradas para os próprios vereadores, o que, para muitos cidadãos, evidenciou uma discrepância entre os benefícios concedidos aos parlamentares e a realidade enfrentada pelos trabalhadores terceirizados.

O posicionamento atribuído a Antônio Luz contrasta com a postura de outros vereadores que, mesmo presentes em plenário, optaram por votar contra a indicação. Para interlocutores próximos, a defesa do benefício estaria alinhada com sua atuação política e com o entendimento de que o Poder Legislativo deve priorizar pautas de impacto social, sobretudo aquelas voltadas à valorização de categorias historicamente menos assistidas pelo poder público.

Ainda segundo aliados, Antônio Luz avalia que o pagamento do 13º salário não deve ser tratado como privilégio, mas como um direito capaz de garantir mais dignidade, segurança financeira e reconhecimento a famílias que dependem diretamente desses rendimentos. A medida, na visão de seus apoiadores, contribuiria para a redução de desigualdades sociais e reforçaria o compromisso do município com os trabalhadores responsáveis pela limpeza, segurança e manutenção dos espaços públicos.

Até o momento, o vereador não se pronunciou oficialmente por meio de nota ou declaração pública sobre o tema. No entanto, a informação de que teria sido favorável à indicação vem sendo mencionada como um elemento de distinção dentro da Câmara Municipal, em meio ao desgaste político e institucional provocado pela rejeição da proposta.

A decisão de barrar a indicação segue repercutindo e alimenta um debate mais amplo sobre coerência, prioridades e responsabilidade social dos vereadores diante das demandas da população, especialmente daqueles que se encontram em situação de maior vulnerabilidade e dependem diretamente das políticas públicas para garantir condições mínimas de dignidade.

Introdução

O Supremo Tribunal Federal, ao longo de sua história, consolidou-se como guardião da Constituição Federal, exercendo papel central na preservação do Estado Democrático de Direito. Todavia, exatamente por essa posição institucional de relevo, suas decisões devem ser analisadas com rigor técnico sempre que se aproximem dos limites impostos pelo próprio texto constitucional.

Recentemente, o STF, por decisão unânime de uma de suas Turmas, manteve ato monocrático que determinou a perda do mandato parlamentar de deputada federal, declarando nula deliberação da Câmara dos Deputados que havia decidido pela manutenção do mandato. O fundamento central foi a existência de condenação criminal com trânsito em julgado.

A decisão reacende relevante debate constitucional: pode o Poder Judiciário substituir a deliberação do Parlamento na declaração da perda de mandato parlamentar, à luz do artigo 55 da Constituição Federal?

A análise que se propõe neste artigo é estritamente constitucional, afastada de paixões políticas, e sustenta que a decisão em questão representa interpretação expansiva incompatível com o texto constitucional, implicando invasão de competência do Poder Legislativo.

O regime constitucional da perda de mandato parlamentar

A Constituição Federal de 1988 tratou de forma expressa e detalhada das hipóteses de perda de mandato de deputados e senadores. O tema encontra-se disciplinado no artigo 55, que elenca causas, procedimentos e competências.

O inciso VI do referido artigo dispõe que perderá o mandato o parlamentar que sofrer condenação criminal em sentença transitada em julgado. Todavia, o constituinte originário não encerrou o tema nesse dispositivo.

O §2º do artigo 55 estabelece, de forma clara:

“Nos casos dos incisos I, II e VI, a perda do mandato será decidida pela Câmara dos Deputados ou pelo Senado Federal, por voto secreto e maioria absoluta.”

Não se trata de norma acessória. Trata-se de regra constitucional de repartição de competência, que confere ao Parlamento — e somente a ele — a atribuição de deliberar sobre a perda do mandato nos casos expressamente indicados.

A Constituição, portanto, não conferiu ao Judiciário o poder de declarar a perda do mandato, ainda que haja condenação criminal definitiva.

A natureza política da decisão parlamentar

A deliberação prevista no art. 55, §2º, da Constituição não constitui ato meramente formal ou homologatório. Trata-se de ato político-constitucional, inserido no sistema de freios e contrapesos.

O mandato parlamentar possui natureza política e decorre da soberania popular. Por essa razão, o constituinte optou por preservar ao Legislativo a palavra final quanto à sua extinção, mesmo diante de condenação criminal.

Interpretar a decisão da Câmara como simples formalidade esvazia completamente o sentido normativo do dispositivo constitucional e reduz o Parlamento a órgão secundário em matéria que lhe é própria.

A decisão do STF e a substituição da competência legislativa

No caso em análise, o Supremo Tribunal Federal não se limitou a reconhecer os efeitos da condenação criminal. Foi além: anulou a decisão da Câmara dos Deputados e determinou diretamente a perda do mandato, com imediata posse do suplente.

Em termos práticos, o STF substituiu o juízo político-constitucional do Parlamento por sua própria decisão, o que configura mais do que controle de constitucionalidade — trata-se de assunção direta de competência constitucionalmente alheia.

Separação dos Poderes e limites da jurisdição constitucional

O artigo 2º da Constituição Federal consagra a separação e harmonia entre os Poderes. Esse princípio não constitui mera diretriz política, mas verdadeiro limite material ao exercício das funções estatais.

Ao invalidar a deliberação parlamentar prevista expressamente na Constituição e impor sua própria decisão, o STF ultrapassa o papel de intérprete da Constituição e assume função de redefinição do arranjo institucional, sem respaldo no texto constitucional.

Não se discute a autoridade do Supremo como Corte Constitucional, mas sim a necessidade de autocontenção judicial quando a Constituição atribui competência explícita a outro Poder.

A tese da automaticidade da perda do mandato

O argumento central utilizado para justificar a decisão é o de que a condenação criminal transitada em julgado produziria efeitos automáticos, tornando a decisão do Parlamento meramente declaratória.

A exigência de votação por maioria absoluta demonstra que o constituinte desejou submeter a perda do mandato a juízo político específico, e não a simples consequência automática da condenação penal.

Mudança interpretativa e segurança jurídica

Historicamente, o próprio STF reconheceu que a perda do mandato parlamentar, nos termos do art. 55, dependia de deliberação da Casa Legislativa. A alteração recente dessa compreensão não decorre de emenda constitucional, mas de releitura interpretativa promovida pelo próprio Tribunal.

Esse fenômeno caracteriza mutação constitucional informal, realizada sem participação do Poder Constituinte Derivado, o que compromete a previsibilidade e a estabilidade do sistema constitucional.

Riscos institucionais da interpretação adotada

A interpretação que autoriza o Judiciário a declarar diretamente a perda de mandato parlamentar produz consequências relevantes:

  • enfraquece a autonomia do Poder Legislativo;
  • amplia de forma significativa o poder do Judiciário sobre mandatos eletivos;
  • relativiza a soberania popular;
  • cria precedente de expansão jurisdicional sobre competências típicas de outros Poderes.

O risco não está apenas no caso concreto, mas na normalização de uma prática que reconfigura o equilíbrio institucional previsto na Constituição.

Conclusão

Sob o aspecto estritamente constitucional, a decisão do Supremo Tribunal Federal que determinou a perda direta de mandato parlamentar não encontra respaldo inequívoco na Constituição Federal.

Ao afastar a aplicação do art. 55, §2º, e substituir a deliberação do Parlamento, o STF adota interpretação que extrapola os limites do texto constitucional, tensionando o princípio da separação dos Poderes e promovendo alteração substancial no desenho institucional sem respaldo formal.

A crítica aqui apresentada não é política, pessoal ou circunstancial. Trata-se de reflexão constitucional necessária, pois a defesa da Constituição exige respeito aos seus limites, inclusive — e sobretudo — pelo próprio guardião do texto constitucional.

AutorDr. Sérgio Couto Júnior
Advogado criminalista
OAB/SP 254.131

O advogado Frank Abreu publicou nas redes sociais um agradecimento público à Polícia Militar do Maranhão pela rápida e eficiente recuperação de sua motocicleta e de um aparelho celular, roubados na cidade de Codó e localizados em menos de 24 horas no município de Coroatá, no dia 12 de dezembro de 2025. Na mensagem, ele destaca o profissionalismo dos policiais envolvidos, cita nominalmente integrantes da Força Tática do 24º Batalhão, sob supervisão do Tenente QOAPM Muniz, além de elogiar a gestão do Major Luiz Rodrigo e a atuação do comandante do 17º BPM de Codó, Tenente-Coronel Senilson, ressaltando que a ação reforça a confiança da população nas forças de segurança.

Confira o agradecimento na íntegra:

Prezado Tenente Coronel QOPM. Senilson, Comandante do 17° do Batalhão da Polícia Militar do Maranhão (BPM) em Codó. 

Venho por meio desta expressar meu mais profundo e sincero agradecimento e reconhecimento pela exemplar atuação de seus policiais militares, que culminou na rápida recuperação de minha motocicleta e aparelho celular, bens que haviam sido subtraídos na cidade de Codó.

Os objetos foram recuperados no dia 12 de dezembro de 2025, na cidade de Coroatá, em um período de menos de 24 horas após o ocorrido, e o mais importante, foram restituídos sem danos.

Essa notável eficiência e dedicação demonstram o alto nível de profissionalismo e comprometimento da Polícia Militar do Maranhão com a segurança e o bem-estar da população do Maranhão.

Gostaria de estender este agradecimento especial à: Guarnição da Força Tática, do 24° Batalhão, Cabo PM Portela e Soldado PM Santos Veras, equipe supervisionada pelo Tenente QOAPM Muniz, ação direta e decisiva na recuperação dos bens.

O Major Luiz Rodrigo, pela excelência na gestão e comando da Unidade Operacional, que garante que a tropa esteja sempre pronta e capacitada para servir.

A rapidez com que a ocorrência foi resolvida reafirma a confiança da comunidade no trabalho das Forças de Segurança. Atitudes como esta fortalecem o elo entre a Polícia Militar e a sociedade, sendo um exemplo de dedicação à causa pública.

Meus sinceros cumprimentos e votos de sucesso a todos os envolvidos.

Atenciosamente,
Leidiana, Frank Abreu e família.

A Polícia Civil do Maranhão (PCMA) prendeu, nesta segunda-feira, 15, um homem investigado por efetuar disparos de arma de fogo contra um cachorro, causando a morte do animal no território quilombola Campo Redondo, zona rural do município de Bacabal. Além da prisão, o suspeito responderá por maus-tratos contra animal e por crime ambiental cometido na região.

Segundo a 7ª Delegacia Regional de Santa Inês, o caso ganhou grande repercussão nos últimos dias após a divulgação da denúncia, que foi prontamente acolhida pela Polícia Civil. A partir disso, equipes iniciaram diligências de forma imediata para apurar os fatos.

Durante a continuidade das investigações, os policiais se deslocaram até o povoado, onde localizaram o investigado em posse da arma de fogo utilizada nos disparos. A circunstância resultou na prisão em flagrante e na apreensão do armamento.

O homem foi conduzido à delegacia, onde foram adotadas todas as medidas legais cabíveis. O caso segue sob investigação para completa elucidação dos fatos.

A ação integra a Operação Amas – Protetor dos Biomas, iniciativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública em parceria com a Secretaria de Segurança Pública do Maranhão, voltada ao combate a crimes ambientais e à proteção da fauna e dos biomas brasileiros.

COMUNICADO OFICIAL – CONFRATERNIZAÇÃO DE FINAL DE ANO DO SINTSERM

A Direção do SINTSERM – Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Codó vem, por meio deste, informar a todos os seus associados que, conforme deliberação aprovada na última Assembleia Geral da categoria, está confirmada a tradicional Confraternização de Final de Ano promovida por esta entidade sindical.

O evento será realizado no dia 19 de dezembro (sexta-feira), com início a partir das 20h, no CLUBE SINTSERM, localizado na MA-026, nas proximidades do Sítio Guarujá. Será um momento especial de integração, lazer e confraternização entre os associados e seus convidados, celebrando mais um ano de lutas, conquistas e união da categoria.

A animação da festa ficará por conta dos artistas Alex Brasil e Francys Jack, garantindo muita música e diversão durante toda a noite.

Cada associado terá direito a levar 01 (um) convidado para participar do evento.

ENTREGA DOS INGRESSOS

A entrega dos ingressos será realizada exclusivamente aos associados, no prédio do sindicato, em horário comercial, no período de 12/12 (sexta-feira) a 18/12 (quinta-feira). Para participar do sorteio de prêmios, é indispensável que o associado retire seu ingresso dentro desse prazo.

SORTEIO DE PRÊMIOS

Durante a confraternização, haverá o sorteio de diversos prêmios, entre eles:

  • TVs

  • Bicicletas

  • Notebooks

  • Celulares

  • E outros brindes especiais

O associado que, por algum motivo, não puder comparecer ao evento, ainda assim poderá participar do sorteio, desde que compareça previamente ao prédio do sindicato, retire seu ingresso numerado e assine a lista de participantes.

ALIMENTAÇÃO E BEBIDAS

Cada associado, ao chegar ao clube no dia do evento, receberá:

  • 07 fichas de cerveja

  • 02 fichas de refrigerante

  • 02 fichas de água

  • 01 ficha de suco

  • 10 salgadinhos

Observação: Os itens mencionados acima serão entregues somente ao associado, ficando sob sua responsabilidade a partilha com o convidado.

USO DA PISCINA

Informamos ainda que a piscina não estará disponível para uso no dia da confraternização (19/12). O uso da piscina será liberado no dia 21/12 (domingo), no horário das 13h às 17h, para os associados.

A Direção do SINTSERM reforça o convite a todos os associados para que participem desse importante momento de confraternização e celebração.

Direção do SINTSERM
Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Codó

Mulher sentada em estúdio levantando as mãos durante entrevista, usando vestido vermelho, com microfone e outras pessoas ao fundo.
Mulher participa de entrevista em estúdio e gesticula durante a conversa. (Foto: Reprodução)

SÃO PAULO (SP) —A ex-Universal Andressa Urach participou de um debate intenso com 25 cristãos em São Paulo. O encontro, que será exibido no dia 13 de dezembro no canal RedCast, do apresentador Júnior Masters, rendeu um clima tenso no estúdio, com perguntas e olhares rígidos sobre a influenciadora.

A gravação, segundo Andressa, reacendeu lembranças profundas de sua fase religiosa, trazendo à tona dores que ela considerava superadas.

Julgamento e Hipocrisia
Andressa Urach afirmou que o ambiente de debate a transportou para a época em que era convertida e vivia sob “constantes cobranças sobre comportamento, aparência e escolhas pessoais”.

“Foi impossível não lembrar da sensação de estar sempre tentando me adequar para não ser julgada, algo que voltou com força naquele estúdio”, disse a influenciadora.

Em um dos momentos mais calorosos, Urach confrontou um dos debatedores, acusando a igreja de hipocrisia e defendendo que Jesus estaria onde há mais necessidade de auxílio:

“Eu tenho certeza que se Jesus volta hoje, ele estaria lá dentro do puteiro evangelizando do que dentro da igreja… O puteiro você vai pelas pessoas. A igreja, você não vai pelas pessoas. Eu vi Deus mais no puteiro do que nas igrejas, porque eu vi mais hipocrisia dentro das igrejas.”

Livre arbítrio e pecado
A influenciadora defendeu o livre arbítrio em relação às escolhas pessoais e à sexualidade, desafiando a visão de pecado dos cristãos e o julgamento que sofre.

“Você vai ser julgado pelo seu e eu vou ser julgada pelo meu pecado… Eu tenho liberdade de vestir o que eu quero. Se eu for na tua igreja, eu vou ser muito julgada e talvez até expulsa, porque você tem que estar a caráter.”

Ela ainda ironizou a postura dos fiéis, concluindo que o bordel é um local onde “não tem ninguém querendo provar que é santo”, ao contrário de muitas igrejas.

“E eu tenho certeza que se Jesus volta hoje, ele estaria lá dentro do puteiro evangelizando do que dentro da igreja, porque os da igreja já acham que estão salvos. Eles acham que conhecem Jesus, mas eles não conhecem o amor de Jesus.”

Cantor

A saudade de Pedro Henrique: Dois anos da morte que chocou o cenário gospel

Morte repentina do cantor gospel no palco, aos 30 anos, chocou o Brasil e deixou uma grande lacuna na música evangélica

Colunas portáteis
Por Caio Rangel • Publicado em 12/12/2025 às 10h54
Cantor gospel se apresentando ao vivo no palco, segurando microfone e apontando para o público, com iluminação cênica em tons quentes ao fundo.
Cantor gospel se apresenta ao vivo durante evento musical com banda ao fundo. (Foto: Reprodução)

FEIRA DE SANTANA (BA) —Neste sábado (13), completam-se dois anos da morte repentina do cantor gospel Pedro Henrique. O artista, de apenas 30 anos, faleceu no palco durante uma apresentação em Feira de Santana–BA.

Pedro Henrique, uma das apostas da gravadora Todah Music, não tinha histórico de doenças, o que levou o Instituto Médico Legal (IML) a realizar uma perícia minuciosa para determinar a causa da parada cardíaca.

Laudo aponta “causas naturais”
Em março deste ano, Suilan Barreto, viúva do cantor, revelou em um podcast a conclusão do laudo sobre a morte: “causas naturais”.

Para Suilan, o resultado não é conclusivo e mostra que o que aconteceu com o cantor foi uma incógnita para os médicos, que não conseguiram descobrir o motivo da morte precoce.

Inicialmente, a família suspeitou de infarto, já que Pedro Henrique havia relatado sentir dores no peito meses antes. No entanto, a conclusão final do IML gerou questionamentos por parte da viúva.

Profecia de transição
Suilan Barreto contou que, meses antes da tragédia, o casal recebeu diversas profecias. A última delas, proferida pela pastora Camila Barros, teria advertido Pedro Henrique a se preparar para sua “transição para o mundo espiritual”.

A morte do cantor deixou uma lacuna na música gospel brasileira. Pedro Henrique havia acabado de ser pai da pequena Zoe, que nasceu prematura e tinha pouco mais de um mês de vida na época do falecimento. Amigos, familiares e admiradores relembram a data com saudade.

Um vagabundo ainda não identificado passou por uma madrugada nada fácil após tentar arrombar uma loja de roupas em Codó, por volta das 2h45 desta sexta-feira (12). As imagens das câmeras de segurança — antes de serem desligadas por ele — mostram o homem caminhando tranquilamente pela rua até parar diante do estabelecimento.

O suspeito analisa o local, observa o movimento e, em seguida, toma a atitude típica de quem já sabe o que está fazendo: desliga a chave geral de energia para derrubar o sistema de monitoramento. Com as câmeras fora do ar, ele inicia uma sequência de pancadas violentas no portão, tentando forçar a entrada.

O que ele não esperava era que os proprietários, que moram nas proximidades, ouviriam o barulho. O flagrante foi imediato. Os donos surpreenderam o invasor e o imobilizaram no local. O criminoso acabou sendo submetido a uma “Sessão de Descarrego” e, segundo testemunhas, saiu do episódio “muidinho”, certamente necessitando de atendimento médico.

Uma menina de 12 anos, identificada apenas como Ester, morreu após ser atingida por um tiro na cabeça na noite desta quinta-feira (11), no bairro Catumbi, em Floriano, Sul do Piauí. A jovem seguia para uma atividade na igreja quando acabou sendo atingida no meio de um ataque armado direcionado a outra pessoa.

Segundo informações da Polícia Militar, o alvo dos disparos era J.N.F.C., conhecido como “Cabura”, de 32 anos, que usa tornozeleira eletrônica. Ele caminhava pela rua quando dois criminosos, em uma motocicleta, se aproximaram e efetuaram vários disparos. Ao perceber os tiros, Ester tentou correr, mas acabou sendo atingida fatalmente na cabeça, morrendo ainda no local.

Imagens de câmeras de segurança revelam que os criminosos eram um homem e uma mulher. Ela conduzia a motocicleta, enquanto o atirador desceu, se escondeu atrás de um carro e aguardou o momento em que o alvo apareceu. Assim que avistou “Cabura”, o suspeito efetuou diversos disparos.

O homem foi baleado nas costas, socorrido e, segundo a polícia, não corre risco de morte.

O Instituto Médico Legal (IML) foi acionado para a remoção do corpo da menina. A Polícia Civil está investigando a autoria e a motivação do crime, que chocou moradores da região pela brutalidade e pela morte de uma criança inocente.

 

A onda de fiscalizações da Vigilância Sanitária de Codó — órgão municipal subordinado diretamente ao governo de Chiquinho do PT — tem causado indignação e desespero entre comerciantes. Nos últimos dias, proprietários de farmácias denunciaram o fechamento repentino de estabelecimentos, apreensão de mercadorias e até ameaças de chamar a polícia contra quem apenas tenta trabalhar e sobreviver.

Uma comerciante relatou ao Marco Silva Notícias que o governo passado “passou o mandato inteiro sem aparecer para fiscalizar”. Agora, porém, as visitas da Vigilância se tornaram rotina — quase “todo dia”, segundo ela — o que, na visão dos próprios trabalhadores, revela um movimento considerado punitivo, seletivo e cruel, imposto pela atual gestão de Chiquinho do PT.

“Fiquei tão nervosa porque eu sobrevivo dessa farmácia. Eles deixaram o papel de interditada na porta”, desabafou a proprietária, afirmando que não teve como reagir ou questionar, pois os fiscais chegaram em grande número e a intimidaram. “Eles ameaçaram até chamar a polícia”, disse.

A operação não se limitou a um único ponto. A denunciante afirmou também ter tomado conhecimento de que, no bairro São Francisco, outras duas farmácias foram interditadas. O clima entre comerciantes é de medo, insegurança e sensação de perseguição — justamente em um momento em que o comércio local já enfrenta uma das piores crises de vendas dos últimos anos.

A foto enviada pelo comerciante mostra o aviso de “INTERDITADO” fixado na porta da farmácia. Por receio de retaliações, ele pediu para não ser identificado. O documento de interdição não trazia o nome do estabelecimento, eliminando riscos diretos relacionados à divulgação da imagem.

Mesmo assim, o sentimento predominante entre os trabalhadores é de revolta com o que chamam de “maldade” e “insensibilidade” de Chiquinho do PT. Para eles, o prefeito está mais empenhado em punir e fechar estabelecimentos do que em orientar e ajudar o comércio a se reerguer. Muitos relatam que a gestão vem adotando medidas consideradas excessivamente rigorosas, sem diálogo prévio ou tentativa de permitir regularizações antes das sanções.

“O comércio já tá um nada, e ainda perseguem quem trabalha pra sobreviver”, lamentou uma comerciante, reforçando o clima de desânimo que tomou conta de quem depende do próprio esforço para manter o negócio aberto. Segundo relatos, a sensação é de que o poder público trata todos como infratores, e não como parceiros na construção da economia local.

A postura atribuída ao prefeito — marcada pela rigidez extrema, falta de diálogo e ausência de compaixão — vem agravando ainda mais a situação de pequenos empresários que lutam diariamente para não fechar as portas. Em vez de apoiar, o governo municipal parece, na visão deles, empenhado em sufocar aqueles que, apesar das dificuldades, continuam tentando gerar emprego e sustento em Codó. Para muitos comerciantes, essa forma de conduzir o município aprofunda a crise econômica, fragiliza quem já está no limite e cria um ambiente de medo e insegurança que impede o desenvolvimento da cidade.

Quem é Francisco Pereira Lemos? É o repórter Lemos. Professor pedagogo e radialista desde 1999, É jornalista repórter policial de TV.

Entusiasta e lutador pelas causas sociais. Foi presidente da AMCC- Associação de Moradores do Conjunto COHAB por dois mandatos.

Foi diretor do clube e desbravadores Fernando sthall. É presidente do Projeto Codó Solidário desde dezembro de 2019.

Realizou várias campanhas em prol do semelhante uma delas foi o Projeto Defendendo a Vida no Trânsito, Projeto Integrar para Avivar a Fe entre outros.

E na eleição de 2024 foi pré-candidato a prefeito de Codó despertando grande interesse da população. Tem um bordão que é muito engraçado e está na boca do povo “Você me conhece?”

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