- Lemos
- 28/07/2025
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Condenado por assassinato e canibalismo, Jorge Beltrão agora lidera cultos dentro da prisão.

Jorge Beltrão Negromonte, condenado por liderar o trio conhecido como os “Canibais de Garanhuns”, tem chamado atenção novamente — desta vez, não por seus crimes, mas por sua atuação como pastor evangélico dentro do sistema prisional.
Em vídeo que voltou a circular nas redes sociais, Jorge aparece pregando em um culto realizado na Penitenciária Barreto Campelo, em Itamaracá (PE), onde era apresentado como “pastor da unidade”.
A gravação, feita há cerca de um ano, mostra Jorge de camisa e gravata, com um violão nas costas, ao lado do diácono Rodrigo Gracino e de um missionário chamado Peterson. Na ocasião, ele cita versículos bíblicos, fala de sua conversão e testemunha sobre o que considera uma transformação espiritual. “Quem está em Cristo é nova criatura”, declarou, mencionando o texto de 2 Coríntios 5:17.
Segundo o advogado de defesa, Giovanni Martinovich, Jorge está realmente convertido e atua como líder religioso entre os internos há mais de dois anos. O defensor afirma que a fé tem sido a base da nova vida do condenado: “Ele quer viver preso como pastor. Lá dentro, escolheu o caminho do bem.”
Jorge, hoje diagnosticado com esquizofrenia, afirma que não deseja deixar o presídio. Ele mesmo recusou a progressão de pena, embora, segundo o advogado, já tenha condições legais para cumprir prisão domiciliar. “Se sair, volto a escutar aquelas vozes. Volto a matar”, declarou Jorge ao advogado e ao corpo de jurados durante julgamento anterior.
Além do risco de uma possível recaída, Jorge teme ser morto fora da prisão. “Ele acredita que, se souberem que é o canibal, será assassinado. Por isso, prefere permanecer onde está”, relatou Martinovich. O advogado disse que não pedirá revisão de pena nem redução de regime, por considerar que o cliente está mais seguro recluso.
A história de conversão de Jorge tem gerado reações de incredulidade nas redes. “Já mandaram esse vídeo dezenas de vezes, achando que é encenação. Mas não é. Lá dentro, ou você escolhe o bem ou o mal”, reforçou o defensor.
- Lemos
- 28/07/2025
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Um homem identificado como Felipe Catanio de Araújo, de 32 anos, morreu após ser atingido por uma facada no peito na tarde deste domingo (27), no bairro Muquiçaba, em Guarapari, Região Metropolitana de Vitória (ES). A principal suspeita do crime é a sogra da vítima, uma mulher de 57 anos que se apresentou voluntariamente à polícia após o ocorrido.

Segundo o boletim de ocorrência da Polícia Militar, o crime aconteceu após uma discussão entre Felipe e sua companheira, de 22 anos. Testemunhas relataram que o homem teria agredido a jovem com um soco inglês, mesmo ela estando com uma criança no colo. Ao presenciar a cena de violência, a mãe da jovem interveio e desferiu um golpe de faca no peito do genro.
Felipe ainda foi socorrido e levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Guarapari, mas não resistiu aos ferimentos.
Após o crime, a autora fugiu do local, mas compareceu à delegacia momentos depois, onde prestou depoimento. A filha dela, após receber atendimento médico, também esteve na unidade policial para ser ouvida.
De acordo com a Polícia Civil, a mulher foi liberada após ser interrogada, pois não foram identificados elementos suficientes para a prisão em flagrante. O corpo de Felipe foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passará por necropsia antes de ser liberado para os familiares.
O caso está sendo investigado pela Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Guarapari. A polícia apura se a sogra agiu em legítima defesa da filha.
- Lemos
- 28/07/2025
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O influenciador digital Eduardo Felipe Campelo, natural de Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba (PR), foi preso nos Emirados Árabes Unidos após ser incluído na lista de procurados da Interpol. A prisão foi confirmada pela Polícia Federal (PF) à Justiça do Paraná.

Campelo embarcou para Dubai em abril de 2024 e, em maio, passou a ser considerado foragido da Justiça brasileira, suspeito de liderar um esquema de divulgação e aliciamento de vítimas por meio do chamado “Jogo do Tigrinho”, uma plataforma de caça-níquel para celulares. De acordo com as investigações, ele movimentou cerca de R$ 8,5 milhões com o esquema, caracterizado como ilegal à época.
Segundo o delegado Tiago Dantas, responsável pelo caso, ainda não há confirmação oficial sobre a data e as circunstâncias da prisão. O pedido de extradição já foi feito pela Justiça do Paraná, mas, como o Brasil não possui acordo de cooperação jurídica com os Emirados Árabes, o processo pode demorar.
Eduardo Campelo deve responder pelos crimes de estelionato, estelionato eletrônico, crime contra a economia popular e associação criminosa. Até a última atualização, ele ainda não havia constituído defesa.
Enquanto era investigado, Campelo exibia nas redes sociais uma rotina de luxo e ostentação. Já em Dubai, postava fotos no Burj Khalifa, desfilando em carros de luxo, passeando pelo deserto e até posando com dromedários — imagens que contrastam com as graves acusações que agora enfrenta.
- Lemos
- 28/07/2025
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Um pastor foi preso suspeito de estupro de vulnerável, nesse fim de semana, na cidade de Chapadinha, a 247 km de São Luís.

Segundo os levantamentos policiais, o crime vinha sendo praticado ao longo dos últimos cinco anos. As investigações começaram depois que a Polícia Civil do Maranhão começou a receber várias denúncias de abuso sexual e violência sexual mediante fraude.
Todas as denúncias apontavam para o pastor, de 49 anos. O homem foi preso e encaminhado para a unidade prisional da região. O suspeito é investigado pelos crimes de estupro e violação sexual por meio de fraude.
Ainda segundo a polícia, as vítimas, na maioria, são fiéis da igreja que ele presidia. Na época dos crimes, duas dessas vítimas tinham 13 e 17 anos. De acordo com as denúncias, os abusos aconteciam na casa do pastor, próximo à casa das vítimas e também em retiros espirituais.
A Polícia Civil não descarta a possibilidade de que haja outras vítimas, e pede para que essas possíveis vítimas procurem a delegacia ou façam as denúncias através do número 190.
O nome do pastor e da igreja liderada por ele não foram divulgados pela polícia.
- Lemos
- 28/07/2025
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Renato da Silva da Silva, de 18 anos, mais conhecido como “Caverinha”, foi morto durante uma troca de tiros com a Polícia Militar na zona rural de Codó. O confronto aconteceu na localidade Montevidéu, onde o criminoso estava escondido na casa da namorada.

Segundo relatos, a jovem havia dito a amigos que o companheiro estava determinado a não se entregar. “Ele disse que preferia morrer do que ser preso”, revelou uma das pessoas próximas.
Caverinha vinha aterrorizando a cidade nos últimos dias. Em um dos casos que ganhou repercussão, ele encontrou um celular perdido com cartão bancário dentro de um supermercado e gastou todo o dinheiro da vítima em espetinhos, cervejas e açaí, demonstrando absoluto desprezo pelas consequências de seus atos.
Dias depois, o mesmo indivíduo atacou covardemente um mototaxista no bairro São Francisco. Após uma discussão, esfaqueou brutalmente o trabalhador e fugiu levando a moto e dinheiro da vítima, que ficou gravemente ferida.
Hoje pela manhã ele roubou uma motocicleta Honda Pop de um cidadão próximo a rodoviária de Codó. O veículo foi recuperado pela polícia minutos depois, mas o bandido conseguiu fugir novamente.
A Polícia Militar iniciou uma operação para capturar o criminoso, que estava foragido desde então. Informações apontavam que ele estaria escondido na casa da namorada, no povoado Montevidéu. Ao perceber a aproximação das equipes policiais, Caverinha reagiu atirando, e acabou sendo alvejado no confronto.
Com a morte de Renato da Silva, a Polícia encerra uma sequência de ações criminosas que vinha causando medo à população de Codó. A vítima do esfaqueamento segue em recuperação.
- Lemos
- 28/07/2025
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O Ministério Público Federal (MPF) denunciou quatro desembargadores, dois juízes de primeira instância e outras 23 pessoas investigadas em denúncias que envolvem um suposto esquema de corrupção e lavagem de dinheiro no Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA).
A ação é desdobramento da Operação 18 Minutos, deflagrada pela Polícia Federal em agosto de 2024, e que apura desvios que podem ter causado prejuízo de até R$ 50 milhões aos cofres públicos, especialmente ao Banco do Nordeste do Brasil (BNB).
Entre os alvos da denúncia estão figuras de destaque no Judiciário maranhense: os desembargadores Antônio Pacheco Guerreiro Júnior, Luiz Gonzaga Almeida Filho, Marcelino Everton Chaves (já aposentado) e Nelma Celeste Sousa Silva Sarney Costa, além dos juízes Cristiano Simas de Sousa e Alice de Sousa Rocha.
De acordo com o MPF, os magistrados atuavam em conluio com advogados, servidores, políticos e empresários, negociando decisões judiciais e acelerando a liberação de alvarás milionários.
A operação foi batizada de 18 Minutos porque esse foi o tempo entre uma decisão judicial e o levantamento de vultosa quantia em dinheiro junto a uma agência bancária.
O caso veio à tona após a análise de um Relatório de Inteligência Financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que apontou movimentações atípicas envolvendo cerca de R$ 14 milhões.
Segundo a denúncia, os magistrados manipulavam processos judiciais em benefício de grupos privados, recebendo propina em troca de decisões favoráveis.
Os pagamentos de honorários advocatícios — alguns milionários — seriam usados para mascarar os repasses ilícitos.
A investigação aponta que parte do dinheiro foi lavada por meio de cartões de crédito, compras de luxo e movimentações financeiras suspeitas.
Além dos desembargadores e juízes, foram denunciados:
– Fred Campos, prefeito de Paço do Lumiar (PSB), município da região metropolitana de São Luís.
– Edilázio Gomes da Silva Júnior, ex-deputado federal.
– Três ex-assessores do TJMA: Paulo Martins de Freitas Filho, Lúcio Fernando Penha Ferreira e Zely Reis Brown Maia.
– Treze advogados:
Francisco Xavier de Souza Filho
José Helias Sekeff do Lago
Arnaldo José Sekeff do Lago
Carlos José Luna dos Santos
Sebastião Moreira Maranhão
Emanuelle de Jesus Pinto Martins
Nadir Maria de Brito Antunes
Felipe Antônio Ramos Souza
Flávio Henrique Silva Campos
Alderico Jefferson Abreu Silva
Fabrício Antônio Ramos Sousa
Eliane Sousa Ramos
Sirley Regina Silva
Jaiçara Melo de Araújo Sousa
– Outros investigados: Janaína Moreira Lobão Coelho, Fernando Antônio Ramos Sousa, Eduardo Rodryo Duarte Silva e Lucilene de Jesus do Nascimento Sousa.
O processo tramita no Superior Tribunal de Justiça (STJ) sob relatoria do ministro João Otávio de Noronha.
Entre as medidas cautelares já determinadas estão: sequestro e indisponibilidade de bens, monitoramento eletrônico, afastamento de cargos públicos, proibição de contato entre os envolvidos e restrição de acesso ao TJMA.
Parte dos denunciados já havia sido afastada de suas funções anteriormente, como os desembargadores Guerreiro Júnior e Nelma Sarney.
A apuração também revelou diálogos comprometedores entre os envolvidos, como uma conversa em que um dos magistrados exigia o depósito de propina em até 48 horas.
- Lemos
- 28/07/2025
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Para uma liderança da direita ouvida pelo blog, ex-presidente prefere uma derrota desse campo político a uma vitória com alguém de fora da família.

A última pesquisa Quaest sobre a disputa presidencial, entretanto, mostra que os três nomes da família testados – Jair, a ex-primeira dama Michelle e o deputado federal Eduardo (PL-SP) – seriam derrotados por Lula (PT) num eventual segundo turno.
O único a empatar com o atual presidente nessa pesquisa foi o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Bolsonaro não só resiste em declarar apoio a Tarcísio como candidato à presidência. Ex-presidente chegou a desautorizar as tentativas feitas pelo governador de negociar saídas para o tarifaço sobre exportações brasileiras anunciado por Donald Trump.
“Agora, a solução não vai ser feita por ele [Tarcísio] — tem que resolver para o Brasil. Quem está à frente dessa negociação chama-se Eduardo Nantes Bolsonaro. Pronto, não custa nada”, afirmou, em entrevista ainda antes da pesquisa.
A Quaest mostrou, também, que o tarifaço de Trump não foi capaz de mudar o potencial de Eduardo como substituto do pai na disputa pela presidência. O deputado federal viu o desempenho entre bolsonaristas oscilar para cima, mas segue atrás de Lula.
Segundo aliados, após a pesquisa, integrantes do núcleo Bolsonaro passaram a reforçar o nome do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), como alternativa.
- Lemos
- 26/07/2025
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Cantora afirma viver sua fase mais livre e descarta retorno ao segmento que a lançou.

A ex-cantora gospel que conquistou o coração do público ainda criança nas manhãs do SBT, agora comemora duas décadas de trajetória artística nos palcos, longe da igreja e do rótulo que nunca aceitou e com a liberdade que sempre buscou.
Aos 29 anos, Priscilla — que deixou de usar o sobrenome Alcantara — lotou casas de show por todo o Brasil com a turnê “Tudo é Música”, marcando uma nova fase em sua carreira.
Conhecida nacionalmente como apresentadora do programa “Bom Dia & Companhia” e mais tarde como referência no cenário gospel, Priscilla deixou claro que não tem intenção de retornar ao segmento religioso.
“Voltar para algo tão nichado seria andar para trás”, afirmou em entrevista. “Hoje coloco minha arte num espaço de liberdade.”
A transição da música cristã para o pop contemporâneo foi oficializada em 2021, após anos conciliando o ministério com projetos mais amplos. Segundo ela, foi um processo necessário para que pudesse continuar inspirando pessoas, mas de uma forma mais autêntica e descomprometida com padrões impostos. “Sempre lutei para que minha arte fosse livre de rótulos.”
Iniciando a carreira artística aos 8 anos de idade, Priscilla reconhece a influência da televisão em sua trajetória. “A TV me abriu portas. As pessoas me conhecem desde criança, e isso com certeza ampliou o alcance da minha música hoje”, destacou.
Apesar do carinho pelo passado na televisão, ela acredita que a verdadeira virada aconteceu quando deixou os estúdios para trás e passou a se dedicar exclusivamente à música. “Meu sonho sempre foi cantar, mas por muito tempo adiei isso. Eu ainda não tinha vivido minha carreira musical de verdade.”
Mesmo com a fama desde cedo, Priscilla afirma ter aprendido a lidar com a exposição. “Sou muito reservada porque sei que qualquer detalhe da minha vida pode ser distorcido. Mas hoje tenho equilíbrio”, disse ela, que também é compositora, atriz, escritora, dubladora, multi-instrumentista e apresentadora.
- Lemos
- 26/07/2025
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Comércio foi alvo de uma fiscalização realizada pela Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged) em locais que possuem ou não licença para vender agrotóxico no interior do estado. Ao todo, três estabelecimentos foram autuados.

A Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged) autuou um estabelecimento comercial em São João do Caru, a 360 km de São Luís, foi autuado por utilizar embalagens vazias de agrotóxicos para armazenar cachaça artesanal. O produto era vendido no mesmo local, junto com gêneros alimentícios, prática que é proibida por Lei Estadual.
O comércio foi atuado durante uma fiscalização da agência realizada entre o final de junho e o início de julho. Ao todo, três comércios foram autuados e 73 litros de agrotóxicos que estavam sendo vendidos de forma irregular em municípios do interior do estado.
A operação ocorreu nas cidades de São João do Carú, Bom Jardim, Pio XII, Satubinha, Monção, Alto Alegre do Pindaré, Igarapé do Meio, Bela Vista do Maranhão e Santa Inês. Foram fiscalizados 40 estabelecimentos comerciais que vendiam agrotóxicos, registrados ou não na Aged.

Durante as fiscalizações, em Santa Inês, um estabelecimento foi autuado por comercializar produtos agrotóxicos com data de validade vencida. Cerca de 60 litros foram interditados.
Outro estabelecimento foi autuado em Alto Alegre do Pindaré, também por vender produtos com validade vencida. Segundo a Aged, o proprietário já havia sido notificado anteriormente para realizar a renovação e regularização junto à agência.
De acordo com Samara Launé, fiscal estadual da Aged em Santa Inês, é proibida a venda de agrotóxicos em estabelecimentos que também comercializam alimentos.
“É vedado o armazenamento e a comercialização de produtos agrotóxicos e afins em recintos que contenham alimentos. É necessário que o estabelecimento tenha registro junto à Aged para comercialização dos agrotóxicos, conforme a Lei Estadual nº 8521/2006 e Decreto nº 23.118/2007”, explicou a fiscal.
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- 26/07/2025
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Bolsonaro não participará do ato por estar submetido a medidas cautelares de Alexandre de Moraes.

O pastor Silas Malafaia anunciou, nesta quinta-feira (24), a realização de uma nova mobilização nacional em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro. Intitulada “Reaja, Brasil”, a manifestação está marcada para o dia 3 de agosto, com previsão de ocorrer em diversas capitais do país.
Segundo Malafaia, o objetivo do protesto é reagir às recentes decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que, segundo ele, representam uma perseguição política contra Bolsonaro e aliados. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o pastor afirmou: “Desta vez, não são os políticos que convocam o povo. É o povo que convoca os políticos”.
A convocação conta com o apoio de parlamentares e da base bolsonarista, que devem divulgar vídeos reforçando o chamado à população. A pauta principal dos atos será a defesa da liberdade de expressão e críticas ao Judiciário, especialmente ao STF.
Apesar de ser o principal foco da mobilização, Jair Bolsonaro não poderá participar presencialmente. Desde o dia 18 de julho, o ex-presidente está submetido a medidas cautelares determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, que incluem recolhimento domiciliar nos fins de semana, uso de tornozeleira eletrônica, e proibição de uso das redes sociais.
No vídeo divulgado por Malafaia, há críticas diretas ao STF, com comparações entre o tratamento jurídico dado a Bolsonaro e ao presidente Lula. “Lula, condenado por unanimidade em todas as instâncias por corrupção, foi liberado pelo STF. Bolsonaro, que não tem nenhuma condenação, é alvo de perseguição política e querem prendê-lo”, afirma um trecho da gravação.
As medidas cautelares aplicadas a Bolsonaro fazem parte de uma nova etapa da investigação conduzida pela Polícia Federal. A apuração busca esclarecer se o ex-presidente e seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro, atuaram para incentivar governos estrangeiros, como os Estados Unidos, a adotarem sanções contra autoridades brasileiras e o próprio Supremo.
Os organizadores esperam grande adesão popular, especialmente entre apoiadores de Bolsonaro e grupos religiosos, que veem no ato uma oportunidade de expressar insatisfação com o atual cenário político e judicial do país.
Quem é Francisco Pereira Lemos? É o repórter Lemos. Professor pedagogo e radialista desde 1999, É jornalista repórter policial de TV.
Entusiasta e lutador pelas causas sociais. Foi presidente da AMCC- Associação de Moradores do Conjunto COHAB por dois mandatos.
Foi diretor do clube e desbravadores Fernando sthall. É presidente do Projeto Codó Solidário desde dezembro de 2019.
Realizou várias campanhas em prol do semelhante uma delas foi o Projeto Defendendo a Vida no Trânsito, Projeto Integrar para Avivar a Fe entre outros.
E na eleição de 2024 foi pré-candidato a prefeito de Codó despertando grande interesse da população. Tem um bordão que é muito engraçado e está na boca do povo “Você me conhece?”





