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Segundo testemunhas, a vítima havia acabado de concluir sua rotina de atividades físicas e estava se preparando para retornar para casa quando foi atropelado pela moto.

 

 

Um idoso de 76 anos, morreu ao ser atropelado por uma motocicleta na sexta-feira (11), enquanto atravessava a Avenida Pedro Neiva de Santana em Imperatriz. A vítima foi identificada pela Polícia Civil como Raimundo Nonato.

Segundo testemunhas, a vítima havia acabado de concluir sua rotina de atividades físicas e estava se preparando para retornar para casa quando foi atropelado pela moto. O impacto da colisão foi tão forte que tanto o idoso quanto o condutor da motocicleta foram arremessados.

A vítima não resistiu aos ferimentos e faleceu no local do acidente. O motociclista envolvido no acidente foi socorrido e encaminhado com vida para o Hospital Municipal de Imperatriz. Até o momento, não há informações sobre o estado de saúde do condutor.

A Avenida Pedro Neiva de Santana é frequentemente apontada como um dos locais mais perigosos e com maior incidência de acidentes de trânsito em Imperatriz. Dados do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) consistentemente incluem a avenida entre os três pontos com maior número de registros de acidentes na cidade, reforçando a necessidade de atenção redobrada por parte de motoristas e pedestres.

Líder explica que práticas como não usar barba no púlpito não estão ligadas à salvação, mas à disciplina da igreja.

O pastor Osiel Gomes se posicionou publicamente diante das críticas frequentes aos chamados “usos e costumes” adotados por muitas igrejas da Assembleia de Deus. Em sua fala, ele deixou claro que essas práticas tradicionais não significam imposição ou escravidão espiritual, mas sim diretrizes internas de ordem e reverência.

“Tem gente dizendo que a Assembleia escraviza… É claro que há líderes com doutrinas próprias, mas a verdadeira Assembleia de Deus prega o Evangelho. Nós somos livres”, declarou o pastor, ressaltando que a essência da denominação está no Evangelho e não em regras rígidas sem base bíblica.

Osiel reconheceu que há orientações adotadas por várias igrejas do ministério, como a proibição do uso de barba no púlpito, a exigência de vestimentas discretas e uma postura considerada condizente com a fé cristã. No entanto, ele pontuou que essas normas estão ligadas à organização da igreja local, e não à salvação individual.

“Não quer dizer que quem usa barba vai para o inferno. Mas se eu entrei numa igreja que já tem um costume, eu vou obedecer. É só uma questão de ordem”, explicou o líder.

Durante sua fala, o pastor também comentou sobre o padrão de vestuário feminino incentivado na denominação, criticando posturas que, segundo ele, não condizem com a proposta de santidade.

“A Assembleia não tem o costume de mulheres andarem mostrando a suvacaria, tipo Jezabel”, afirmou. Ele ainda questionou: “Se a irmã quer sair quase sem roupa, qual é a intenção? Atrair olhares?”

Por outro lado, reforçou que a igreja não é contra elegância ou bom gosto. “A Assembleia proíbe se vestir bem? Elegante? Não.”

As declarações provocaram reações diversas nas redes sociais. Enquanto alguns fiéis elogiaram a clareza do posicionamento e o respeito à tradição, outros criticaram o que consideram uma rigidez excessiva e um modelo que, segundo eles, ainda prende mais do que promove liberdade cristã.

Uma denúncia enviada à nossa equipe revela um caso grave de perseguição política em Codó (MA). A filha de uma ex-servidora da saúde municipal acusa o vereador Leonel Filho de impedir reiteradamente que sua mãe consiga retornar ao serviço público por motivos políticos.

Segundo o relato, a mulher trabalhava como técnica de enfermagem na UBS do Barracão, mas foi demitida após a mudança de governo. Desde então, tem enfrentado dificuldades para conseguir uma nova oportunidade de emprego na rede municipal. Cada tentativa de retorno é frustrada por supostas interferências do vereador, que, segundo a denunciante, humilha e desencoraja a ex-servidora a continuar tentando.

Ele diz pra ela desistir, que não vão empregá-la e que ela deve procurar quem ela ajudou nas eleições”, afirma a filha, que também relatou episódios de constrangimento vividos pela mãe em unidades de saúde, como o HGM, onde teria sido dispensada na presença do parlamentar.

 

A motivação da perseguição, segundo o relato, seria o apoio político da ex-servidora ao ex-vereador Júnior Oliveira, adversário do grupo político de Leonel Filho. “Pelo simples fato de ela ter apoiado o Júnior Oliveira, ela vem sendo perseguida”, denuncia.

Além do impacto profissional, a demissão tem causado sérios danos emocionais à ex-servidora, que hoje enfrenta depressão e ansiedade, segundo a família. A situação é tão delicada que a única alternativa considerada seria deixar a cidade de Codó em busca de novas oportunidades em outro município.

A denunciante afirma que decidiu tornar o caso público após perder as esperanças de ver a mãe reintegrada ao trabalho: “Talvez depois dessa matéria as chances que já não existiam irão desaparecer completamente, mas a gente já até perdeu as esperanças”.

FONTE: BLOG MARCO SILVA

O juiz Luiz Emílio Braúna Bittencourt Júnior, da 2ª Vara de Pedreiras, decretou, na manhã desta segunda-feira (14), a prisão preventiva do prefeito de Igarapé Grande, João Vitor Xavier (PDT). Ele é acusado de assassinar o policial militar Geidson Thiago da Silva dos Santos durante a 35ª Vaquejada do Parque Maratá, realizada no dia 6 de julho, em Trizidela do Vale, interior do Maranhão.

 

 

A decisão judicial foi tomada uma semana após o crime, com base no pedido do delegado Márcio Coutinho, que conduz as investigações. Devido ao foro por prerrogativa de função, o pedido de prisão foi protocolado junto ao Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA). Inicialmente, o caso foi encaminhado ao Órgão Especial da Corte, mas acabou sendo redistribuído para uma das Câmaras Criminais Isoladas, conforme determinação do desembargador Jorge Rachid.

No dia seguinte ao crime, João Vitor se apresentou à Polícia Civil e alegou legítima defesa, afirmando que o policial estaria armado e o teria ameaçado. No entanto, a versão do prefeito foi contestada por testemunhas e pelo comandante do 19º Batalhão da PM, tenente-coronel Claudiomiro Aguiar, que afirmou que o militar foi atingido pelas costas e não portava arma no momento da abordagem.

Poucos dias depois do ocorrido, o prefeito protocolou um pedido de afastamento do cargo por 125 dias, alegando abalo emocional e necessidade de tratamento psiquiátrico. Mesmo afastado, ele continua recebendo salário durante o período.

Com a prisão decretada, a Polícia Civil deve cumprir o mandado nas próximas horas. Informações de bastidores da imprensa de São Luís apontam que equipes policiais estão à procura de João Vitor, cuja prisão pode ocorrer a qualquer momento.

FONTE: BLOG MARCO SILVA

Uma mulher foi brutalmente esfaqueada na madrugada deste sábado (12) em plena via pública, na cidade de Codó, Maranhão. O crime aconteceu em frente ao Lojão Paraibano, localizado na Rua Antônio Lages, e foi registrado por uma câmera de segurança instalada na região. Veja o vídeo no final da matéria

 

De acordo com informações preliminares, a vítima foi surpreendida por um homem em uma motocicleta, com quem teria tido um desentendimento momentos antes. O agressor desceu do veículo, sacou uma faca e desferiu diversos golpes contra a mulher, atingindo principalmente a região das pernas.

Apesar da violência da agressão, a vítima foi socorrida com vida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), recebendo os primeiros atendimentos no local e sendo encaminhada ao Hospital Geral Municipal (HGM). Segundo os profissionais de saúde, ela sofreu múltiplas perfurações, mas não corre risco de morte. A mulher permanece internada sob observação.

O caso foi classificado pela polícia como tentativa de feminicídio. Após o ataque, o suspeito fugiu do local e está sendo procurado pelas autoridades. Quem tiver informações sobre o paradeiro do agressor deve entrar em contato com a polícia.

FONTE: BLOG DO MARCO SILVA

O pastor Renato Vargens afirmou que o STF e o governo se tornaram inimigos do mundo livre.

 

A recente decisão do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de estabelecer uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, chamada informalmente de “Tarifa Moraes”, provocou reações imediatas de líderes evangélicos no país. A medida teria sido motivada, segundo Trump, pelas ações consideradas autoritárias do governo Lula (PT) e do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

O pastor Silas Malafaia foi um dos primeiros a se manifestar, classificando a situação como um reflexo da postura do governo brasileiro no cenário internacional. “Lula se alia a ditaduras e tenta enganar o povo com esse discurso comunista. Moraes rasga a Constituição e persegue opositores. A carta de Trump é um recado claro: o mundo está atento ao que acontece aqui”, declarou.

Malafaia também criticou a gestão petista ao comentar questões internas. “Querem colocar na conta de Bolsonaro até o rombo do INSS. Isso é piada”, disse.

Outro pastor que se pronunciou foi Renato Vargens, da Igreja Cristã da Aliança em Niterói (RJ). Para ele, a medida norte-americana deixa clara a insatisfação com os rumos do Brasil. “Trump mostrou que Lula e o STF se tornaram inimigos do mundo livre. Se continuarem com a perseguição, as consequências serão severas.”

Steve Bannon, ex-estrategista de Trump e um de seus principais aliados, também comentou o episódio, classificando Alexandre de Moraes como “um dos maiores criminosos do mundo” e alertando para o risco de desafiar Trump em questões como essa.

Para os líderes evangélicos, a tarifa imposta pelos Estados Unidos não representa apenas um impacto econômico, mas também um protesto internacional contra a censura e a perseguição política que, segundo eles, ocorre atualmente no Brasil.

Diversos outros líderes religiosos também demonstraram preocupação com os efeitos práticos dessa tarifa para a economia brasileira, alertando que o aumento no custo de exportações pode afetar diretamente o mercado interno e gerar desemprego. Além disso, eles afirmam que a medida expõe o desgaste diplomático do país e reforça a percepção de que o atual governo tem adotado posturas que isolam o Brasil no cenário internacional.

Um homem identificado apenas pelo apelido de “Morfina” foi morto a tiros na tarde desta sexta-feira (11), após uma tentativa frustrada de assalto no bairro Camboa, em São Luís. O caso aconteceu na Rua do Peixe e envolveu a reação de uma policial que estava fora de serviço e à paisana.

 

 

De acordo com as primeiras informações, o suspeito teria tentado realizar um assalto na região e, durante a fuga, foi surpreendido pela policial. Segundo relatos, ele teria desobedecido à ordem de abordagem e reagido, o que levou a agente a efetuar os disparos.

“Morfina” morreu ainda no local. A área foi imediatamente isolada por equipes da Polícia Militar, e o Instituto Médico Legal (IML) foi acionado para a remoção do corpo.

A Polícia Civil vai investigar o caso para esclarecer as circunstâncias da ocorrência, incluindo a possível arma usada pelo suspeito e o detalhamento da ação da policial.

Durante a visita, Miguel foi visto circulando pelos corredores próximos ao gabinete da presidência da Casa.

 

O jovem Miguel Oliveira, conhecido por suas pregações polêmicas nas redes sociais e por ter protagonizado recentemente um desentendimento com o pastor Silas Malafaia, esteve nesta quarta-feira (9/7) na Câmara dos Deputados, em Brasília.

Durante a visita, Miguel foi visto circulando pelos corredores próximos ao gabinete da presidência da Casa. A reportagem do  Metrópoles flagrou o jovem sendo cumprimentado por diversos parlamentares, entre eles o deputado Zucco (PL-RS), atual líder da oposição na Câmara.

Apesar da presença marcante, Miguel preferiu não dar entrevistas no momento. Assessores que o acompanhavam informaram apenas que o objetivo do “pastor mirim” era conhecer a estrutura do Congresso Nacional e ter contato direto com autoridades federais.

A visita ocorreu poucos dias após Miguel retomar suas atividades nas redes sociais, no final de junho, após um período afastado por orientação do Conselho Tutelar. Desde seu retorno, o jovem tem intensificado publicações e agendas públicas, mantendo seu perfil ativo entre seguidores evangélicos.

Recentemente, Miguel Oliveira foi alvo de críticas de Silas Malafaia, líder evangélico próximo ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que chegou a classificá-lo como “uma farsa”. Em resposta, o pastor mirim declarou que Malafaia continua sendo uma referência para ele e expressou o desejo de encontrá-lo pessoalmente.

Quero marcar uma visita a ele no Rio de Janeiro. Não quero debater com ele, até porque não tenho idade. Quero perguntar como ele pode me ajudar”, afirmou Miguel, sinalizando que pretende buscar conselhos com o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.

A presença de Miguel Oliveira na Câmara reforça seu crescente interesse pelo ambiente político, área em que muitos líderes religiosos atuam direta ou indiretamente para ampliar influência. Até o momento, não há informações sobre compromissos oficiais do jovem com parlamentares ou bancadas específicas.

Durante a passagem pelo Congresso, o jovem pregador não participou de reuniões oficiais ou audiências públicas, limitando-se a encontros informais nos corredores e gabinetes. Mesmo assim, sua presença despertou curiosidade entre servidores, visitantes e parlamentares que o reconheceram pelas redes sociais, onde possui milhares de seguidores.

Analistas apontam que a aproximação de Miguel Oliveira do meio político pode sinalizar o início de um movimento estratégico para ampliar sua influência além do público religioso. Embora ainda seja menor de idade, o pastor mirim já demonstra interesse em estabelecer conexões com figuras políticas, algo comum entre líderes evangélicos que buscam espaço no cenário nacional.

Uma operação da Polícia Civil terminou em tragédia na madrugada desta quinta-feira (10) no município de Caxias, no Maranhão. O delegado Márcio Mendes Silveira foi morto a tiros durante o cumprimento de um mandado de prisão na zona rural, no povoado Nazaré do Bruno. Outros dois agentes também foram baleados, mas sobreviveram e estão sendo atendidos em um hospital de Teresina, no Piauí.

O suspeito de atirar contra os policiais foi identificado como Leandro da Silva Souza. Segundo informações da Polícia Militar, ele reagiu à chegada da equipe e atirou contra os agentes, matando o delegado e ferindo os colegas. Ainda de acordo com a polícia, Leandro conseguiu levar a arma do delegado e fugiu para uma região de mata próxima ao local da ocorrência.

Desde as primeiras horas da manhã, uma força-tarefa com uso de helicóptero e viaturas realiza buscas intensas para localizar e prender o suspeito. A área está isolada e as diligências continuam em ritmo acelerado.

A morte do delegado Márcio Mendes, que atuava na cidade de Caxias, gerou comoção entre colegas e autoridades da segurança pública. Ele era considerado experiente e respeitado dentro da corporação.

A Secretaria de Segurança do Maranhão ainda não divulgou nota oficial sobre o caso, mas garantiu que todos os esforços estão sendo feitos para capturar o suspeito e garantir a segurança dos demais policiais que atuam na operação.

O vice-líder do Governo na Câmara, deputado federal Márcio Jerry (PCdoB-MA), criticou duramente a nova tarifa imposta pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. Segundo o parlamentar, a medida anunciada pelo ex-presidente norte-americano Donald Trump representa uma “agressão à soberania nacional” e deve ser repudiada com firmeza.

A decisão de Trump, oficializada por meio de uma carta enviada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quarta-feira (9), prevê uma alíquota de 50% sobre a importação de determinados itens brasileiros. A medida afeta diretamente setores estratégicos da economia nacional e causou forte reação no governo federal e entre representantes do setor produtivo, que já alertam para o risco de prejuízos bilionários nas exportações.

“A taxa aplicada por Trump contra o Brasil é uma agressão à soberania nacional, um ataque que merece total repúdio”, afirmou Márcio Jerry, ao defender uma resposta firme e diplomática por parte do Brasil.

O deputado também cobrou uma postura clara do Congresso Nacional em defesa da indústria brasileira. “É necessário que o Parlamento se manifeste com veemência em defesa da nossa economia e da soberania do país. Não podemos aceitar medidas unilaterais que penalizam o Brasil”, completou.

Quem é Francisco Pereira Lemos? É o repórter Lemos. Professor pedagogo e radialista desde 1999, É jornalista repórter policial de TV.

Entusiasta e lutador pelas causas sociais. Foi presidente da AMCC- Associação de Moradores do Conjunto COHAB por dois mandatos.

Foi diretor do clube e desbravadores Fernando sthall. É presidente do Projeto Codó Solidário desde dezembro de 2019.

Realizou várias campanhas em prol do semelhante uma delas foi o Projeto Defendendo a Vida no Trânsito, Projeto Integrar para Avivar a Fe entre outros.

E na eleição de 2024 foi pré-candidato a prefeito de Codó despertando grande interesse da população. Tem um bordão que é muito engraçado e está na boca do povo “Você me conhece?”

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