A gestão do prefeito Chiquinho do PT volta a ser alvo de graves denúncias. Donos e motoristas de carros alugados para a Prefeitura de Codó afirmam estar há cerca de três meses sem receber pagamentos pelos serviços prestados a diversas secretarias municipais.

O atraso nos pagamentos por parte da prefeitura tem colocado famílias inteiras em uma situação de extremo desespero e vulnerabilidade social. Prestadores de serviço relatam que a falta de repasse, que já ultrapassa três meses em alguns casos, tem afetado diretamente a subsistência de dezenas de lares no município.
Em depoimento ao Marco Silva Notícias, um motorista que presta serviço em um dos veículos contratados pela prefeitura descreveu o drama vivido diariamente dentro de casa. Segundo ele, a renda proveniente do trabalho era a única fonte de sustento da família, e o atraso prolongado tornou a situação insustentável.
“Eu trabalho de motorista de um dos carros contratados pela prefeitura, o pagamento já tá com mais de 3 meses atrasados. Aqui em casa não tem nada. Água e luz já tá no aviso de corte. Estamos comendo porque tem gente da família ajudando e vizinhos de bom coração vendo nosso sofrimento. Tenho crianças em casa que precisam se alimentar direito e, quando a prefeitura resolve pagar, só paga um mês. Queria que o prefeito olhasse o sofrimento que estamos passando”, desabafou.
O relato evidencia não apenas o impacto financeiro, mas também o sofrimento emocional enfrentado por essas famílias, que convivem diariamente com a insegurança alimentar, contas acumuladas e o medo constante de terem serviços básicos interrompidos, como água e energia elétrica.
Os denunciantes, que preferem não se identificar por receio de represálias, afirmam que a situação é generalizada entre os prestadores de serviço contratados pelo município. Muitos relatam que dependem exclusivamente dessa renda para sobreviver e que já não sabem como manter suas famílias diante da falta de pagamento e da ausência de qualquer previsão oficial para a regularização dos débitos.
Há relatos de motoristas e proprietários de veículos que venderam bens, recorreram a empréstimos informais ou passaram a depender da solidariedade de parentes e vizinhos para garantir o mínimo dentro de casa. “É humilhante ter que pedir ajuda para comer”, afirmou outro prestador, também sob anonimato.
Enquanto motoristas e proprietários de veículos relatam fome, contas atrasadas e risco iminente de corte de água e energia, a prefeitura segue em silêncio. Procurado pela nossa reportagem, o prefeito Chiquinho do PT não respondeu até o fechamento desta matéria. A ausência de posicionamento oficial aumenta a revolta e a sensação de abandono entre os trabalhadores, que cobram transparência, respeito e uma solução urgente para a crise que enfrentam.
FONTE: BLOG MARCO SILVA





