Professores da rede pública municipal de Codó estão revoltados com o calendário escolar definido pela Secretaria Municipal de Educação. Segundo relatos, o ano letivo de 2025 vai se estender até o dia 31 de dezembro, obrigando os docentes a trabalharem até o último dia do ano — algo incomum e que gerou forte reação entre a categoria.

Internamente, circula a informação de que o governo determinou que no dia 24 de dezembro, véspera de Natal, os professores apliquem a prova final aos alunos. A folga será apenas no dia 25, mas já no dia 26 de dezembro todos deverão retornar às escolas, permanecendo em atividade até o encerramento oficial do calendário.
Para muitos professores, a decisão representa um acúmulo de desgaste, já que durante o ano letivo os sábados também foram utilizados para repor aulas, mesmo sem atraso no calendário. Eles afirmam que trabalharam praticamente todos os fins de semana e agora terão de encerrar o ano letivo em pleno Réveillon.
A insatisfação aumenta diante de outro ponto: o retorno para 2026 já tem data prevista e será bem mais cedo que o usual. A proposta do governo é iniciar o próximo ano letivo no dia 29 de janeiro, o que deixaria aos profissionais menos de um mês de descanso entre um ano e outro.
Enganados?
Vocês lembram quando o prefeito Chiquinho FC anunciou que todos os contratados permaneceriam no cargo e receberiam seus salários normalmente?
Muita gente comemorou imaginando dois meses de descanso com dinheiro caindo na conta. Pois bem… a realidade chegou. O plano já estava todo traçado, e agora os servidores da educação terão o menor recesso dos últimos anos e serão obrigados a voltar ao trabalho bem antes do que todos esperavam.
Será que foram enganados?





